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O massacre do liceu de Maalot, cidade no norte de Israel, ocorreu em 15 de Maio de 1974.

Nessa data, que correspondia ao 26º aniversário da independência de Israel, um grupo de terroristas palestinianos tomou o controlo de uma escola secundária em Maalot. Os terroristas mataram imediatamente o guarda da escola e alguns dos alunos. Os restantes alunos e professores foram feitos reféns.

Ainda nessa manhã, os homens foram identificados como membros da Frente Democrática para a Libertação da Palestina que se tinham infiltrado em Israel a partir do Líbano. Eles apresentaram as suas exigências: a libertação de terroristas palestinianos de prisões israelitas, caso contrário eles matariam os alunos. O prazo limite foi definido para as 18:00 do mesmo dia.

O Knesset, (parlamento israelita) reuniu-se de emergência e por volta das 15:00 decidiu negociar, mas os terroristas se recusaram a estender o prazo.

Às 17:45, uma unidade da brigada de elite Sayeret Matkal tomou de assalto o edifício. Todos os terroristas foram mortos no assalto, mas não antes que eles tivessem usado armas de fogo e explosivos contra os alunos. Num total, 27 pessoas foram mortas e 68 feridas (não incluindo os terroristas), incluindo algumas pessoas mortas pelos terroristas a caminho da escola, na noite anterior.