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A morte do ego é definida como uma perda completa da noção subjetiva de identidade, isto é, do "ego".[1] Na psicologia analítica, é também chamada morte psíquica.[2]

Uma das fortes sensações que ocorrem em experiências místicas alucinógenas pode ser também entendida como "morte do ego", porém, distinta dos ensinamentos tradicionais sobre a iluminação (Nirvana, no Budismo, ou Moksha, no Jainismo).[3] Várias drogas psicodélicas podem induzir este estado (assim frequentemente descrito durante a psicodelia),[4] tais como o LSD, a Salvia divinorum, a dimetiltriptamina, a psilocibina, a 2C-B e o cloridrato de cetamina.

Referências

  1. Johnson, M.W.; Richards, W.A.; Griffiths, R.R. (2008). «Human hallucinogen research: guidelines for safety». Journal of Psychopharmacology. 22 (6). p. 613. doi:10.1177/0269881108093587 
  2. Ventegodt, Soren; Merrick, Joav (2003). «Measurement of Quality of Life VII. Statistical Covariation and Global Quality of Life Data: The Method of Weight-Modified Linear Regression». The Scientific World Journal (3). p. 1021. doi:10.1100/tsw.2003.89 
  3. Taylor, Bron (2008). Encyclopedia of Religion and Nature. [S.l.]: A&C Black. pp. 1748–1749 
  4. Merkur, Daniel (2014). «=The Formation of Hippie Spirituality: 1. Union with God». In: Ellens, J. Harold. Seeking the Sacred with Psychoactive Substances: Chemical Paths to Spirituality and to God. [S.l.]: ABC-CLIO. pp. 219–221 
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