Abrir menu principal
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde outubro de 2019). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Parque Estadual da Fonte Grande
Categoria II da IUCN (Parque Nacional)
Localização  Espírito Santo,  Brasil
Dados
Área 260 hectares
Criação 31 de julho de 1986 (33 anos)

O Parque Estadual da Fonte Grande é uma unidade de conservação brasileira, e portanto uma área protegida. Localizada no estado do Espírito Santo, na região sudeste do país, ela se situa no município de Vitória.[1] Com uma área de 260 hectares, abrange os morros da Fonte Grande, Mulundú, Santa Clara, Pedra do Vigia, Bastos e Pedra dos Olhos.

Características geraisEditar

O parque é a última área contígua de grande porte com vegetação característica de encostas da Mata Atlântica. A topografia é acidentada, com relevo ondulado, incluindo vales e pontões.

LocalizaçãoEditar

Localizado no Maciço Central da Ilha de Vitória. Possui três acessos: Rua Antônio Dell Antonia - Fradinhos e rua Alziro Viana - Centro (pedestres); Rod. Serafim Derenzi e Estrada Tião Sá - Grande Vitória (subida para veículos).

TopografiaEditar

Com relevo acidentado e ondulado, formando vales e pontões. O parque situa-se no centro da Ilha de Vitória. Limita-se ao norte com a região próxima a São Pedro, ao sul com o centro da Cidade, a leste com propriedades vizinhas aos bairros Fradinhos e Jucutuquara e a oeste com propriedades vizinhas aos bairros de Santo Antônio, Santa Tereza e Bela Vista. A quase totalidade de seus limites está acima do nível altímetro de 50 m e o ponto culminante do parque é 308,8 m, junto às torres de rádio e televisão. Várias fontes e bicas são localizadas em suas encostas, com destaque para São Benedito, Cazuza e Morcego, no morro da Fonte Grande. No centro do parque, forma-se um vale de fundo chato e solos úmidos.

FloraEditar

O parque, outrora coberto por exuberante floresta de Mata Atlântica, apresenta-se atualmente sob domínio de estágios sucessórios de Mata Secundária, restando como remanescente primitiva apenas a vegetação rupestre. Entre as espécies que faziam parte da formação original, destacam-se o mulembá, oaderne ou cobi, o cedro e o pau-jacaré, endêmicas de Mata Atlântica. No estrato arbóreo, observa-se ainda presença de cinco folhas, angico, sapucainha, louro, pau-d'alho, juazeiro, jacarandá-bravo, embaúba, unha de vaca, quixabeira e jacarandá. No estrato arbustivo destaca-se a leiteira e a orelha de lebre. Outras espécies vegetais estão também presentes: as lianas, tais como: cipó de São João, cipó, e as epífitas barba-de-velho, bromélias e orquídeas.

FaunaEditar

Répteis (jiboia, teiú, coral, jararaca, entre outros), mamíferos, entre os quais morcegos e gambás e primatas, como o sagui-de-cara-branca. Dentre os invertebrados temos a borboleta-azul. A classe mais representativa, a das aves, apresenta exemplares importantes, como sanhaço, beija-flor, jacupemba, araponga, melro, juriti, pica-pau e bem-te-vi. Todos esses representantes da fauna necessitam de habitats naturais para sua sobrevivência e reprodução, o que reforça a importância da preservação dessa área.

Referências

  1. «Parques». Prefeitura de Vitória. Consultado em 14 de outubro de 2019 
  Este artigo sobre Unidades de Conservação da Natureza é um esboço relacionado ao Projeto Brasil. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.