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Paul Paray
Nascimento 24 de maio de 1886
Le Tréport
Morte 10 de outubro de 1979 (93 anos)
Monte Carlo
Cidadania França
Ocupação maestro, compositor, organista
Prêmios Grã-cruz da Legião de Honra, Prix de Rome
Movimento estético música clássica

Paul Paray (Le Tréport, 24 de maio de 1886 – Monte Carlo, 10 de outubro de 1979) foi um maestro francês, organista e compositor. Ele é mais lembrado nos Estados Unidos por ter sido o Maestro Residente na Orquestra Sinfônica de Detroit por mais de uma década[1]. Ele casou-se com Yolande Falck, dia 25 de agosto de 1944.

BiografiaEditar

O pai de Paray, Auguste, foi um escultor e organista na igreja St. Jacques e comeandou uma sociedade musical amadora. Ele pôs o jovem Paul na orqeustra da sociedade, como baterista. Depois, Paray foi ára Rouen para estudar música com os monges Bourgeois e Bourdon, e órgão com Haelling. Isso o preparou para ingressar no Conservatório de Paris. Em 1911, Paray venceu o prêmio Grand Prix de Rome, pela sua cantata Yanitza.

Com o início da Primeira Guerra Mundial, Paray precisou alistar-se e ingressou no Exército Francês. Em 1914 ele foi um prisioneiro de guerra no campo de Darmstadt, onde compôs um Quarteto para Cordas.

Depois da guerra, Paray foi convidado para ser maestro da orquestra do Casino de Cauterets, incluindo músicos da Orquestra Lamoureux. Depois disso, ele foi o Diretor Musical da Orquestra de Monte Carlo e presidente do Concertos de Colônia.

Em 1922, Paray compôs o balé Adonis Troublé. Em 1931 ele escreveu a Missa para o 500º Aniversário de Morte de Joana D'Arc, que teve a première na catedral de Rouen. Em 1935 ele escreveu a Sinfônica º1, que teve a première no Concertos de Colônia. Ele compôs sua segunda sinfonia em 1941.

Paray fez a sua estreia com a Filarmônica de Nova Iorque em 1939. Em 1952, ele foi apontado como Diretor Musical da Orquestra Sinfônica de Detroit, conduzindo inúmeras gravações para a Mercury.

Paray conduziu o repertório orquestral muito bem, mas era especializado na literatura sinfônica francesa. Uma das gravações mais renomadas foi feita em outubro de 1957, com a Sinfonia nº3 de Camille Saint-Saëns. Paray fez da Sinfônica de Detroit, uma das melhores orquestras do mundo. Marcel Dupré, um amigo de infância, foi organista na gravação.

Ele foi o Patrono Nacional da Delta Omicron, uma fraternindade de música internacional e faleceu em Monte Carlo, em 10 de outubro de 1979[2].

Referências

  1. A Ravel Reader By Maurice Ravel, Arbie Orenstein page 580 Courier Dover Publications, 2003
  2. «Delta Omicron». Consultado em 13 de dezembro de 2010. Arquivado do original em 27 de janeiro de 2010