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Psoríase palmoplantar

Psoríase Palmoplantar caracteriza-se por apresentar placas hiperceratósicas, acometendo mais os locais de atrito, podendo ocorrer isoladamente ou, mais frequentemente, acompanhando psoríase em outras localizações.

A combinação de corticóides com calcipotriol ou ácido salicílico constitui uma pomada de uso tópico que reduz as lesões palmo-plantares. Para potencializar esta medicação, pode-se usar um oclusivo (envolver as mãos ou os pés com um saco plástico enquanto a pomada age, durante a noite, por exemplo). Esta formulação tem como efeito colateral o afinamento da pele, devendo seu uso ser prescrito e controlado por um médico. A auto-medicação é fortemente desaconselhada.

Existe uma variante, chamada psoríase palmo-plantar pustulosa em que surgem pequena lesões amareladas contendo pus, o qual não é produto de bactérias (é estéril e não necessita de antibióticos). O diagnóstico diferencial da psoríase palmo-plantar é com a dermatite de contato, micose superficial (tinea ou dermatofitose), desidrose, eczema infectado e doenças de base genética como Hiperqueratose palmo-plantar (ou Vorner).[1]

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  1. Sabbag, CY, Psoríase Descobertas Além da Pele (2010). Psoríase Descobertas Além da Pele. [S.l.: s.n.] ISBN 9788577281800