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Resident Evil (jogo eletrônico de 1996)

vídeojogo de 1996
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o jogo eletrônico de 1996. Para o remake lançado em 2002, veja Resident Evil (jogo eletrônico de 2002).
Resident Evil
Capa da versão norte-americana
Desenvolvedora(s) Capcom
Publicadora(s) Capcom
Diretor(es) Shinji Mikami
Produtor(es) Tokuro Fujiwara
Masayuki Akahori
Projetista(s) Takahiro Arimitsu
Isao Oishi
Escritor(es) Kenichi Iwao
Yasuyuki Saga
Programador(es) Yasuhiro Anpo
Compositor(es) Makoto Tomozawa
Koichi Hiroki
Masami Ueda
Plataforma(s) PlayStation
Microsoft Windows
Sega Saturn
Série Resident Evil
Lançamento PlayStation
  • JP 22 de março de 1996
  • AN 30 de março de 1996
  • PAL 1 de agosto de 1996
Microsoft Windows
  • JP 6 de dezembro de 1997
  • PAL 17 de setembro de 1997
  • AN 30 de setembro de 1997
Sega Saturn
  • JP 25 de julho de 1997
  • AN 31 de agosto de 1997
  • PAL 1 de outubro de 1997
Gênero(s) Survival horror
Modos de jogo Um jogador
Resident Evil 2

Resident Evil, conhecido no Japão como Biohazard (バイオハザード Baiohazādo?), é um jogo eletrônico de survival horror desenvolvido e publicado pela Capcom. Lançado originalmente para o PlayStation em 1996, fora no ano seguinte convertido para Microsoft Windows e Sega Saturn e relançado no PlayStation e em outras plataformas em versões especiais. Também recebeu um remake para o Nintendo GameCube.

HistóriaEditar

O primeiro jogo da série se inicia na noite de 24 de Julho de 1998, nas Montanhas Arklay, localizadas no Meio-oeste dos Estados Unidos, onde houve uma série de assassinatos beirando o canibalismo. Para investigar estes assassinatos foi enviado um grupo dos S.T.A.R.S., a unidade tática da Cidade de Raccoon. Porém, assim que a equipe Bravo começa a sobrevoar as florestas de Arklay, eles perdem contato com a base policial. Para localizar a equipe Bravo, foi enviado a equipe Alpha. Ao pousarem perto de uma mansão desconhecida, um integrante de equipe, Joseph Frost, encontra uma mão decepada, e logo é atacado por cães, que o matam. Ao tentarem correr para o helicóptero, o piloto, Brad Vickers, desesperado, foge deixando o resto da equipe cercado. Eles conseguem correr para dentro da mansão. Com os cães vagando no lado de fora, os quatro membros restantes do Alpha (Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton e Albert Wesker) se vêem presos lá dentro. Neste ponto, o jogador assume o controle do personagem e começa sua jornada pela sobrevivência. Uma das primeiras descobertas é um membro do Bravo, Kenneth J. Sullivan, sendo comido por um zumbi (em RE Remake encontra-se uma fita de vídeo que mostra Kenneth morrendo). O personagem eventualmente imagina que a mansão esteja abandonada, cheia de enigmas e armadilhas. Documentos e arquivos espalhados pela casa sugerem que uma série de experimentos e atividades criminosas estavam sendo realizadas na propriedade, sob a autoridade do conglomerado farmacêutico Corporação Umbrella. As criaturas vagando dentro e fora da mansão são os resultados dessas experiências, que têm exposto seres humanos, animais e insetos a um altamente contagioso e mutagênico agente biológico conhecido como o "T-Vírus". Depois de adentrar em uma série de túneis e salas, o jogador descobre um laboratório subterrâneo contendo detalhadamente os experimentos da Umbrella. No laboratório, Albert Wesker (capitão da equipe Alpha) revela ser um agente da Umbrella e liberta o Tyrant T-002, uma criatura humanóide criada por meio da exposição prolongada ao T-Vírus. Tyrant vai em direção de Wesker e o ataca, aparentemente, matando-o. Após o "assassinato" de Wesker, um programa de autodestruição é acionado. Tyrant encontra os S.T.A.R.S., que respondem a tiros. O jogador pede resgate ao helicóptero. Resistindo aos disparos feito pelos S.T.A.R.S., Tyrant é finalmente morto quando o piloto, Brad Vickers, joga um lança-foguete para o jogador. Os S.T.A.R.S. escapam e logo em seguida a mansão explode.

Visão geralEditar

Diferentemente das sequências de Resident Evil, o primeiro jogo teve uma atuação com abertura e finalização no estilo de um filme de terror B. Diversas cenas foram censuradas nas versões não-japonesas como exemplo a abertura em que cortaram e excluíram grande quantidade de sangue. Embora a Capcom tinha a intenção de incluí-lo completo, a versões mais recentes voltaram a incluir a abertura original porém o resto do jogo não.

A jogabilidade ambiente consiste em poligonal 3D, caracteres colocados ao longo do 2D de origens. Como tal, o jogo baseia-se em ângulos de câmeras pré-determinados. Com a câmera posicionada dessa forma é fácil transmitir um ar ameaçador, sensação cinematográfica, reivindicada pelos desenvolvedores de ter sido impossível conseguir com a nova tecnologia: o 3D. O 3D permite que os desenvolvedores adicionem um nível de detalhes anteriormente impossível para tecnologia 2D.

O jogador luta contra os inimigos estando armado com armas de fogo. Ao atacar, o jogador permanece parado e pode transformar sua natureza e finalidade em sua arma nível. Inicialmente, as únicas armas disponíveis são uma faca de combate e uma Beretta 92F, mas ao avançar no jogo, mais armas se tornarão acessíveis como uma Remington M870 e um Colt Python. Munições são severamente limitadas, o que aumenta a tensão do jogador (alguns fãs reclamaram sobre essa atitude, alegando que ela dificultava de maneira excessiva o jogo e diminuía o divertimento).

O jogador deve sobreviver lutando contra os diversos monstros que rondam a mansão. O inimigo mais comum no jogo são os zumbis, que se movimentam bem devagar e por isso são fáceis de fugir, mas na maioria das vezes fica difícil desviar porque vem dois ou três ao mesmo tempo. Conforme avança no jogo, o jogador também terá de lutar contra os cães zumbis (conhecidos como Cerberus), Hunters (armas biológicas que se assemelham a lagartos bípedes), Quimeras e Web Spinners (aranhas gigantes), também contra pequenos inimigos, como Corvos, Vespas e Víboras. O jogador também tem de lutar contra uma serpente gigante, uma planta que sofreu mutações, uma aranha gigante, um tubarão e contra o Tyrant.

A saúde é restaurada através do uso sprays de primeiros socorros ou com ervas medicinais. Das duas, as ervas são o meio mais comum, enquanto os sprays são escassos, mas restauram a saúde do personagem por completo. Existem três tipos de ervas medicinais no jogo: a erva verde para o restabelecimento da saúde, a erva azul, que cura envenenamentos, e a erva vermelha, que não pode ser utilizada sozinha, tendo que ser misturada com a verde. Essa mistura de vermelho equivale a um spray.

O jogador deve percorrer a mansão para obter os vários arquivos e itens que são essenciais para o progresso no jogo, enquanto resolve enigmas pelo caminho. O jogador tem um espaço limitado para carregar itens e armas, e isso reforça a necessidade de se levar apenas o essencial, a fim de ter espaço para novos itens. Existem baús para armazenar qualquer item ou arma para uso posterior.

O jogador pode salvar progresso em uma máquina de escrever quando tiver uma fita de tinta para guardar os dados de jogabilidade. Fitas de tintas estão disponíveis em uma quantidade limitada, obrigando o jogador a pensar cuidadosamente sobre se fez progressos suficientes que justifiquem salvar o jogo. Este método também foi criticado por muitos fãs, mas o projetista Shinji Mikami defendeu este aspecto, argumentando que ele aumenta a tensão no jogo.

Existem também vários documentos disponíveis, que fornecem a solução para alguns enigmas ou simplesmente contam um pouco mais do enredo.

O jogo foi refeito em 2002 para Nintendo GameCube.

Outras versões e plataformasEditar

Game Boy ColorEditar

Uma adaptação para o Game Boy Color do jogo original para PlayStation, foi anunciada ao mesmo tempo da versão para Nintendo 64 de Resident Evil 0, com novos inimigos e formas de save a serem incluídos.[1] Embora a HotGen Studios, desenvolvedora da adaptação, ser capaz de recriar o estilo tridimensional do jogo original no hardware do Game Boy Color através de um processo de compressão de imagens, o projeto foi cancelado[2],A única chance que os fãs da série tiveram de ter acesso ao título foi através de duas roms 90% completas, as quais vazaram na internet.[3] Assim que a HotGen Studios e a Capcom perceberam que o jogo seria de tão baixa qualidade para produzir, um título reserva, Resident Evil Gaiden, foi criado levando-se em conta os limites do Game Boy Color.[4] Também se têm rumores de que o real motivo do cancelamento foi que, apesar de estar praticamente pronto (como no caso de Resident Evil 1.5), o jogo ficaria muito pesado para o Game Boy Color.

Resident Evil para PC, 1996Editar

A versão para PC foi feita pela Westwood Studios, mas não apresenta tanta diferença em relação ao game para o PlayStation One. Os extras presentes no game são as fotos de fundo onde aparece o tempo de jogo, a presença de uma nova arma que é habilitada como arma especial com munição ilimitada, uma Uzi (Ingram), além de que a live-action de início não é censurada.

Resident Evil para Saturn, 1997Editar

O primeiro RE foi lançado apenas para PlayStation One, em 1996, mas de tanto se comentar, o Saturn recebeu uma versão do jogo, um ano depois, em 1997. Aliás, RE1 para o console da SEGA saiu um dia depois que RE: Director's Cut, para PlayStation One. A ideia da versão Director's Cut, era colocar cenas censuradas nos EUA, como a apresentação, a morte de Kenneth por inteiro, além de diferentes ângulos de câmera e novas cenas. Mas podemos dizer que, além dessa versão para PlayStation One, a versão Saturn poderia até ser considerada como outro Director's Cut. O jogo em si é baseado na primeira versão lançada para o PlayStation One, mas algumas diferenças foram feitas, talvez para chamar a atenção dos usuários do Saturn.

Graficamente falando, a versão Saturn não foi igual à lançada um ano antes para PlayStation One, ela é um pouco inferior. Outra vinda para a versão Saturn foi a inclusão de um Hunter diferente daquele da versão PlayStation One. Esse Hunter, também conhecido como Tick, tinha mudanças na textura de sua pele. Um desses poderia ser visto logo após a conversa com Enrico, no subsolo da mansão.

Talvez as maiores diferenças entre as versões sejam o "Battle Mode" (desbloqueado após terminar o game) e a inclusão de mais um Tyrant para o jogador confrontar, na última sala do laboratório da Umbrella. Assim que você terminava de matar um deles, outro Tyrant quebrava o vidro de uma das cápsulas e também te atacava. O "Battle Mode" também foi uma ótima opção para quem queria mais ação no game, mas não desejava começar novamente a história e desvendar mais uma vez os mistérios do jogo. Neste modo, o único objetivo é derrotar os monstros em vários ambientes, desde os zumbis ao Tyrant, no "Battle Mode" dá a inclusão de Wesker em estilo zumbi, e de um Tyrant com a paleta dourada.

Para finalizar, essa não é uma adição propriamente dita, pois na versão para PlayStation One, ela já existe: Novas roupas. A idéia apareceu realmente no console da Sony, primeiro, porém, a diferença da versão para Saturn, é que são novas roupas. Chris, por exemplo, usa uma roupa do S.T.A.R.S. escura, deixando ele ainda mais bombado, enquanto Jill usa um uniforme azul do S.T.A.R.S., mas deixando a barriga de fora.

Para terminar, algumas versões de Resident Evil para Saturn, nos Estados Unidos e na Europa, vinham com as cenas não-censuradas, como a apresentação mostrando Joseph morrendo, e a queda da cabeça de Kenneth.

A versão Saturn, apesar de mais pobre tecnicamente, é interessante de se jogar por contar com vários extras como por exemplo as Notas de George Trevor, que notas escritas pelo arquiteto que projetou a mansão e acabou sendo aprisionado e morto por Ozwell E. Spencer, que havia o contratado para fazer o projeto. Essa história do arquiteto acabou sendo removida da versão original.

Resident Evil: Director's Cut, 1997Editar

A Capcom sempre foi mestra em lançar edições campeãs de seus jogos e com Resident Evil não foi diferente. Mudam os ângulos de câmera, tem uns zumbis novos mais difíceis, muda a posição de alguns itens, os personagens têm trajes novos, os acontecimentos mudam sutilmente, com o acréscimo de algumas cenas que tornam o jogo mais divertido. Como o fato de encontrar o corpo de Forest Speyer ,que está morto ao lado da lança-granadas, virar zumbi e se levantar para te atacar depois que você pegar a arma. Além disso, também é possível jogar a versão original. Ou seja, quem tem este, não precisa de outra versão. Depois lançaram a versão Dual Shock que usava o joystick vibrador, que no caso é esta versão.

O Director's Cut era para vir sem a censura que a versão original americana teve (a apresentação preto e branco, por exemplo), mas na hora de gravar os CD alguém se enganou e gravou a apresentação velha e ficou por isso mesmo.

Resident Evil: Director's Cut Dual Shock Ver. / PSOne, 1998Editar

Não há muito que falar sobre esta versão, é um Resident Evil Director's Cut compatível com o controle analógico.

Vem acompanhado de um CD Extra, com informações, cenas de computação gráfica e outras coisas mais sobre Resident Evil 1 e 2, além de vídeos de Resident Evil 1.5 (versão anterior de Resident Evil 2). As músicas do jogo também estão diferentes

Resident Evil: RemakeEditar

O Remake, obviamente, passa com a mesma premissa do Resident Evil original. Entretanto existem algumas diferenças na abertura e no decorrer do jogo. Todos os filmes com atores reais foram retirados e substituídos por CGs muito bem executadas. Outra diferença é que toda a “engine” gráfica foi refeita, assim como os sons. Pode-se também encontrar melhorias que foram adicionadas nos jogos seguintes, como a meia-volta (180º turn). Foi adicionado também um esquema de “autodefesa”. Quando um monstro agarra o seu personagem, você pode executar um movimento onde se gasta um item de defesa. O esquema de resolver quebra-cabeças que envolvem idas e vindas na mansão ou em outro ambiente que o jogo apresente, obviamente, continua intacto. Entretanto, estes quebra-cabeças estão, na maioria dos casos, diferentes da versão original, tornando o Remake um jogo quase único. Foram adicionados novos quebra-cabeças e removidos outros. Como se isto não bastasse, foram adicionados dois novos cenários: um cemitério e uma casa num bosque.

Tratando-se de atmosfera, não apenas os gráficos devem cumprir o seu papel, mas o som também. E nisso RE: Remake também faz com facilidade. Seja pelas belas músicas ou pelos diversos barulhos na mansão. As músicas se encaixam muito bem ao decorrer do jogo, mudando de ambiente para ambiente e sempre aumentando a tensão, ou a ansiedade, para que algo pule da próxima janela. Os efeitos de tiros, explosões, grunhidos dos morto-vivos ou passos são executados com grande detalhe. O som muda de intensidade de acordo com o ambiente. Os sons dos passos também mudam conforme o tipo de superfície que o personagem pisa.

Ainda como último apelo, o jogo oferece mais de 10 finais (com apenas algumas mudanças entre um e outro, como personagens que você acabou salvando ou não), e a possibilidade de jogar tanto com Chris ou com Jill. Além disso, existem várias dificuldades e extras, como roupas diferentes após fechar o jogo pela primeira vez. Mesmo que isso não seja suficiente, vale a pena jogar novamente apenas para rever os cenários e monstros. Ou para reviver as experiências vividas na primeira versão para o PlayStation.

Resident Evil para DS, Resident Evil: Deadly Silence, 2006Editar

Esta nova versão do primeiro Resident Evil foi lançada para o mais avançado portátil da Nintendo, o DS, para comemorar o aniversário de 10 anos da série. A trama é a mesma, os personagens são os mesmos, mas a Capcom adicionou algumas coisas novas para atrair os fãs. Umas das inovações desse game são os modos que o jogador pode escolher: o "Classic Mode" é o Resident Evil que todos já conhecem, com os mesmos puzzles e a mesma estratégia com poucas alterações, enquanto que no "Rebirth Mode" há novos puzzles e os inimigos são mais difíceis.

Graças às inovações do Nintendo DS, é possível utilizá-los para incrementar ainda mais o jogo, como o sistema de touch screen, utilisando uma stylus para atacar inimigos entre outras coisas. No Rebirth Mode, por exemplo, há uma sequência de batalha chamada "Knife Battle" onde você deve esfaquear os inimigos utilizando a caneta stylus, movendo-a sobre a tela. Além disso, o game conta com o recurso de utilizar também um microfone do DS, assoprando nele para ressuscitar seus amigos feridos, numa espécie de respiração boca a boca.

Nesse novo modo de game adicionado, vários Hunters foram substituídos por Quimeras (aquelas criaturas que ficam na sala de força do laboratório, no game normal), assim como a distribuição de inimigos também foi alterada, aumentando muito o fator surpresa. Salas onde não continham inimigos, agora podem estar cheias deles. Além disso, novas roupas foram adicionadas para que o jogador possa habilitá-las, e não só para Chris e Jill, mas também para Rebecca.

Resident Evil: Remake HDEditar

Conhecido tambem como Resident Evil HD Remaster é o relançamento do Resident Evil Remake . É remasterizado em HD para as plataformas Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360, Xbox One e PC. Lançado em 20 de janeiro de 2015, tem melhoras graficas e melhorias do som, os personagens Chris Redfield e Jill Valentine possuem aparençias fisicas e roupas do Resident Evil 5.[5][6][7]

Referências

  1. IGN.com. Resident Evil Preview. 10 de Setembro, 1999. Retirado em 27 de Janeiro, 2006.
  2. IGN.com. Resident Evil Passes On. 22 de Marso, 2000. Retirado em 27 de Janeiro, 2006.
  3. http://www.assemblergames.com/forums/showthread.php?t=36392
  4. IGN.com. Resident Evil Returns on Game Boy Color. 22 de Maio, 2001. Retirado em 27 de Janeiro, 2006.
  5. IGN.com. Resident Evil. 5 de Agosto, 2014. Retirado em 6 de Agosto, 2014.
  6. http://residentevil.com.br/. Resident Evil Remake HD. 5 de Agosto, 2014. Retirado em 7 de Agosto, 2014.
  7. Resident Evil: Remake em HD ganha data de lançamento e preço. 4 de Dezembro, 2014. Retirado em 4 de Dezembro, 2014.

Ligações externasEditar