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Ricardo Miró
Nascimento 5 de novembro de 1883
Cidade do Panamá
Morte 2 de março de 1940 (56 anos)
Cidade do Panamá
Cidadania Panamá
Ocupação escritor, poeta, diplomata

Ricardo Miró Denis (Panamá, 5 de novembro de 1883 - 2 de março de 1940) foi um escritor modernista panamenho, considerado o mais notável poeta daquele país.[1]

BiografiaEditar

Desde tenra idade ele era órfão. Aos quinze anos ele viajou para Bogotá para estudar pintura,[2] no entanto, voltou ao Panamá por causa da Guerra dos Mil Dias em 1899. Ele publicou seus primeiros poemas na revista "El Heraldo del Istmo", onde trabalhou por 10 anos.

Foi para a Espanha entre 1908 e 1911 e serviu como cônsul em Barcelona.

Em 1909 ele publicou seu poema Patria, que destaca a saudade que sente ao estar longe de sua terra.

Um prêmio literário póstumo anual foi nomeado em sua honra,[2] o Concurso Literário Nacional Ricardo Miró da República do Panamá. O prêmio foi para incentivar escritores de poesia e ficção no Panamá, e em 1952 foi estendido para incluir obras de teatro.[3]

ObrasEditar

  • Preludios (1908).
  • Segundos preludios (1916).
  • La leyenda del Pacífico (1919).
  • Flor de María (1922).
  • Versos patrióticos y recitaciones escolares (1925).
  • Caminos silenciosos (1929).
  • El poema de la reencarnación (1929).

Veja tambémEditar

 
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Ricardo Miró

Referências

  1. Anderson-Imbert, Enrique (1969). Spanish American Literature: A History. [S.l.]: Wayne State University Press. p. 471. ISBN 0-8143-1388-4 
  2. a b Daniel Balderston, Mike (2004). Encyclopedia of Latin American and Caribbean Literature, 1900-2003. [S.l.]: Routledge. 666 páginas. ISBN 0-415-30687-6 
  3. Banham, Martin (1995). The Cambridge Guide to Theatre. [S.l.]: Cambridge University Press. 836 páginas. ISBN 0-521-43437-8