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Rodrigo dos Santos

Rodrigo dos Santos
Pólo aquático
Nome completo Rodrigo Prujansky dos Santos
Apelido Shalom
Nascimento 18 de setembro de 1981 (38 anos)
Rio de Janeiro
Competidor do  Brasil
Jogos Pan-Americanos
Prata 2003 Santo Domingo Time
Prata 2007 Rio de Janeiro Time
Compleição Altura: 1,80 m

Rodrigo Prujansky dos Santos (Rio de Janeiro, 18 de setembro de 1981) é um jogador de pólo aquático brasileiro. Apelidado de Shalom, competiu em dois Jogos Pan-Americanos consecutivos pela seleção masculina de pólo aquático, a partir de 2003. Recebeu, ao lado dos colegas da seleção, duas medalhas de prata no evento.

BiografiaEditar

Assim como a maioria dos jogadores de pólo aquático, Rodrigo começou a carreira como nadador. A mudança veio aos 11 anos de idade, após um desentendimento com sua treinadora de natação. Ele era membro do Guanabara, clube que defendeu até o ano 2000, quando foi para o Fluminense, onde atuou como professor de pólo aquático infantil.

Filho de um ex-jogador de futebol do Botafogo, Rodrigo é professor de jiu-jitsu em sua própria academia no bairro do Botafogo. O apelido vem da opção religiosa do jogador, o judaísmo. "Quando eu ia à sinagoga, o pessoal do time brincava, dizendo que eu estava fugindo do treino", declarou.

Pan-Americanos 2007Editar

Em 2004, Rodrigo pediu dispensa da seleção porque seu filho Enzo havia acabado de nascer e ele quis acompanhar de perto os primeiros anos da vida dele. Parou de treinar e perdeu a forma física. No entanto, no final de 2006, ao ver a movimentação em torno dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, percebeu que queria participar da experiência única de competir em casa. Retomou os treinos e resolveu que iria tentar reconquistar seu espaço na seleção. O trecho do livro Transformando Suor em Ouro (escrito pelo técnico da Seleção Brasileira de Voleibol Masculino, Bernardo Rocha de Rezende) que relata a volta por cima de Giovane Gávio lhe serviu de incentivo.

Durante um mês, Shalom treinou sozinho em dois períodos, fez musculação e perdeu 15 kg. Telefonou para o técnico da seleção, Bárbaro Diaz, e lhe pediu uma nova chance. Diaz lhe disse que iria permitir que ele treinasse com o grupo em igualdade de condições para que o treinador pudesse avaliar se ele estava apto a uma vaga na seleção. Em junho de 2007, o treinador divulgou uma lista preliminar para o Pan, da qual não constava o nome de Rodrigo. Mas, após voltar de uma viagem de intercâmbio para a Europa, ele havia conquistado a vaga.

Em sua segunda participação nos Jogos Pan-Americanos, Rodrigo ajudou a Seleção Brasileira de Pólo Aquático Masculino a conquistar sua segunda medalha de prata. Na final, realizada no Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã, o Brasil perdeu novamente para a seleção norte-americana, repetindo a medalha conquistada em 2003, nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo.

ReferênciasEditar

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