Símbolos religiosos em repartições públicas

Dep. Jorge Tadeu Mudalen. Discurso Homenagem Hospital do Câncer de Barretos-SP (6856132144).jpg

O uso de símbolos religiosos em repartições públicas gera controvérsia em diversos países, em especial o uso de crucifixos católicos em países de maioria cristã como o Brasil e os Estados Unidos da América.[1] Segundo lacistas e secularistas a presença destes itens de devoção religiosa contraria o principio da laicidade dos estados laicos, ignorando a representatividade de comunidades não religiosas como as de agnósticos, deístas e ateus, bem como adeptos de religiões que não veneram estes símbolos como o hinduísmo, islão, judaismo, mormonismo, e animismo, bem como religiões afro-brasileiras.

BrasilEditar

No Brasil especificamente, este assunto é discutido há mais de 100 anos, e foi abordado por Miguel Vieira Ferreira no livro O Cristo no júri, em que protestava contra a presença de crucifixos nos júris.[2]

PortugalEditar

Em Portugal este é um tema que na sua globalidade deixou de existir devido ao retorno à secularização após a revolução de 25 de Abril de 1974. O forte movimento anticlericalista em Portugal remonta do período da implantação da república em 1910.

Ver tambémEditar

Referências