Sete virtudes

As sete virtudes são derivadas do poema épico Psicomaquia, escrito pelo poeta cristão Prudêncio do século IV, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa.[1][2] São elas: castidade (em latim: castitas), caridade (caritas), temperança (temperantia), diligência (industria), paciência (patientia), bondade/benevolência (benevolentia) e humildade (humilitas).[3]

Ordena o cristianismo que, aos sete pecados capitais, se oponham as sete virtudes em correspondência biunívoca, do seguinte modo: contra a luxúria, castidade; contra a inveja, caridade; contra a gula, temperança; contra a preguiça, diligência; contra a ira, paciência; contra a avareza, liberalidade (bondade/benevolência); contra a soberba, humildade.

Referências

  1. Barcenas 2015, p. 27, nota 64.
  2. Sousa 1998, p. 114.
  3. Barcenas 2015, p. 27.

BibliografiaEditar

  • Barcenas, Alejandro (2015). Machiavelli’s Art of Politics. Leida: Brill 
  • Sousa, Ana Alexandra Alves de (1998). Humanitas. 50 
 
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