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Terceiro Planalto Paranaense (amarelo).

Terceiro Planalto Paranaense (também conhecido como Planalto de Guarapuava) é a denominação local no Paraná (Brasil) do Planalto Arenítico-Basáltico, uma subunidade do Planalto Meridional. Vai desde a Serra do Cadeado até ao rio Paraná, no sentido Leste-Oeste. O planalto basáltico, ou terceiro planalto do Paraná, também chama-se planalto de Guarapuava, é a unidade geomorfológica do estado e também seu material representativo são as rochas da Bacia do Paraná, mas da Era Mesozóica. Constitui-se de rochas ígneas eruptivas, em princípio, basaltos, cuja alteração foi formadora das conhecidas "terras roxas", como por rochas sedimentares, pelo qual foram recobertos os basaltos na porção noroeste do Estado. É limitado, a oeste, a serra Geral, que, com um desnível de 750m, é o acidente geográfico dominante do planalto paleozóico. A oeste, limita-se com o rio Paraná, que a jusante do ponto onde estavam situados os saltos de Sete Quedas são formadores de desfiladeiro que impressiona (na verdade, o planalto é prolongado para fora dos limites do estado do Paraná e é o acidente geográfico constituinte de parte dos territórios de Mato Grosso do Sul, do Paraguai e da Argentina).[1] Assim como no planalto paleozóico, no planalto basáltico as altitudes encontram-se descambadas com suavidade para oeste: queda de 1 250 m, a leste, para 300 m no talvegue do rio Paraná (a montante de Sete Quedas). Formando-se de sucessivos derrames de basalto, que empilham-se uns acima dos outros, esse planalto é ocupante da totalidade oeste do estado. Seus solos, que desenvolvem-se desde os produtos do basalto decomposto, são constituintes da fértil "terra roxa".[1]

Referências

  1. a b «Paraná». Cola da Web. Consultado em 8 de fevereiro de 2011 

Ver tambémEditar

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