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A teoria do "grande demais para fracassar" afirma que certas corporações, particularmente as instituições financeiras, são tão grandes e tão interconectadas que seu fracasso seria desastroso para o sistema econômico maior e que, portanto, devem ser apoiadas pelo governo quando enfrentarem um potencial fracasso.[1] O termo coloquial "too big to fail" foi popularizado pelo congressista norte-americano Stewart McKinney em uma audiência do Congresso em 1984, discutindo a intervenção da Federal Deposit Insurance Corporation com a Continental Illinois.[2] O termo já havia sido usado ocasionalmente na imprensa.[3]

ReferênciasEditar

  1. Barth, James R.; Wihlborg, Clas (2015). «Too Big to Fail and Too Big to Save: Dilemmas for Banking Reform». SSRN Electronic Journal. ISSN 1556-5068. doi:10.2139/ssrn.2705104 
  2. Moosa, Imad A. (2010). «Why Too Big to Fail is Too Outrageous to Accept». London: Palgrave Macmillan UK: 124–138. ISBN 9781349325672 
  3. Stern, Gary H. (2004). Too big to fail : the hazards of bank bailouts. Washington, D.C.: Brookings Institution Press. ISBN 0815796366. OCLC 55942225