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Limites do Tratado de Almizra.

O Tratado de Almizra é um pacto de paz assinado entre a Coroa de Aragão e o Reino de Castela que fixou os limites do Reino de Valência. Foi assinado em 26 de março de 1244 por Jaime I de Aragão e pelo infante Afonso de Castela (mais tarde Afonso X, o Sábio), que seria genro de Jaime I. No tratado ficou estipulado que as terras a sul da linha Biar-Busot-Villajoyosa ficavam reservadas a Castela.

Este novo pacto teve origem no constante incumprimento por ambas as partes dos anteriores tratados, o Tratado de Tudilén (1151) e o Tratado de Cazorla (1179); concretamente a cláusula que ambas as partes vulneram é a seguinte: Que nenhum dos dois tire ou diminua ao outro alguma parte a cada um atribuída, nem de outro modo um dos dois maquine astutamente algum obstáculo contra a já dita divisão; cláusula com a que reforçavam os acordos.

Jaime I vulnerou esta cláusula ao conquistar Caudete, Villena e Sax, que ao estar ao outro lado do porto de Biar, corresponderia a Castela; e o infante D. Afonso também o fez ao pretender Játiva que correspondia à Coroa de Aragão.

HistóriaEditar

A primeira constância que se tem do Tratado de Almizra aparece no segundo capítulo da Crónica de Jaime I, o "Livro dos Feitos". Mas o texto do tratado não foi publicado até 1905.

Houve vários medievalistas a tentar atribuir o feito, mas foi o presbítero Roque Chabás o descobridor de um legado por catalogar, procurando no Arquivo da Coroa de Aragão, e que resultou ser uma cópia do Tratado de Almizra.

O tratado foi assinado em Campo de Mirra (província de Alicante), onde atualmente há um monumento de 1977 que o comemora.

Revisão posterior do tratadoEditar

Em 1296 estalou a guerra entre Castela e Aragão e Jaime II de Aragão conquistaria o Reino de Múrcia. Posteriormente, dividir-se-ia o reino em duas partes e as comarcas do Medio e Bajo Vinalopó, o Campo de Alicante e a Vega Baja do Segura seriam incorporadas ao Reino de Valencia depois da assinatura dos tratados da Torrellas (1304) e Elche (1305).