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Exemplo de uma pomada japonesa.

As pomadas[1] são preparações farmacêuticas estáveis, semissólidas, de consistência mole, destinadas ao uso externo, constituídas por um ou mais substâncias activos e por excipientes monofásicos com características lipofílicas ou hidrofílicas. As pomadas devem ser plásticas e termorreversíveis, ou seja, passarem pela pele através de massagem e, com o aumento da temperatura, ficarem menos viscosas, permitindo, ao princípio ativo, atingir o local pretendido.

ClassificaçãoEditar

Quanto à sua ação, de acordo com o grau de penetração e o excipiente utilizado, são classificadas em:

  • Epidérmicas - agem superficialmente na pele e os excipientes usados são a vaselina e o óleo mineral;
  • Endodérmicas - agem mais profundamente e o excipiente é o óleo vegetal;
  • Hipodérmicas - são absorvidas e podem desencadear um efeito sistémico; o excipiente é a lanolina.


Quanto ao excipiente usado:[2]

  • Pomada hidrófobas - absorvem apenas pequenas quantidades de água;
  • Pomadas absorventes de água - absorvem quantidades apreciáveis de água, podendo ser utilizados agentes emulsivos água/óleo ou óleo/água;
  • Pomadas hidrólas - miscíveis com a água e são, habitualmente, utilizados como excipientes misturas de macrogóis.

Ver tambémEditar

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  1. «BNP - Farmacopeia portuguesa 9». bibliografia.bnportugal.gov.pt. Consultado em 3 de março de 2019 
  2. «BNP - Farmacopeia portuguesa 9». bibliografia.bnportugal.gov.pt. Consultado em 3 de março de 2019