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A vexilologia é o estudo das bandeiras, estandartes e insígnias e das suas simbologias, usos, convenções etc. Este termo foi criado por Whitney Smith, dos Estados Unidos, com vasta obra publicada sobre o assunto. O seu nome provém de vexilo, nome dos estandartes utilizados no exército romano.

Uma pessoa que estuda as bandeiras é chamada "vexilologista". Por extensão, uma pessoa que desenha bandeiras é chamado "vexilógrafo".

A FIAV (Federação Internacional das Associações Vexilológicas) coordena várias associações de entusiastas deste campo do conhecimento. A cada dois anos esta organização promove congressos de vexilologia.

Índice

Princípios do desenho de bandeirasEditar

Os desenhos das bandeiras apresentam um certo número de condicionantes que abrangem preocupações práticas, circunstâncias históricas e perspectivas culturais.

A primeira das preocupações práticas de vexilógrafo é a necessidade do seu desenho ser fabricado (muitas vezes em massa), transformando-se numa peça de tecido que irá ser hasteada em locais exteriores para representar aquilo que identifica.

O projecto de uma bandeira também pode ser um processo histórico, no qual o desenho actual, muitas vezes, baseia-se num antecedente histórico. Existem, actualmente, famílias de bandeiras com origem num antepassado único, como são o caso das bandeiras escandinavas, baseadas na Bandeira da Dinamarca e das bandeiras africanas, baseadas na Bandeira da Etiópia.

Também, certas culturas, condicionam o desenho das bandeiras, através da imposição de regras específicas, como é o caso da heráldica.

Com as condicionantes acima descritas, consideram-se cinco princípios base para um bom desenho de uma bandeira:

  1. Simplicidade: a bandeira deverá ser tão simples que permita a uma criança desenhá-la de memória;
  2. Simbolismo: as imagens, cores e padrões da bandeira deverão relacionar-se directamente com aquilo que ela simboliza;
  3. Limitar o número de cores: utilizar 2 ou 3 cores no máximo, escolhendo cores básicas e contrastantes entre si;
  4. Evitar legendas ou emblemas: evitar colocar na bandeira legendas ou emblemas complexos;
  5. Distintividade: criar um desenho distintivo, que não se confunda com o de outras bandeiras.

Proporções de bandeiraEditar

Proporções de bandeira são indicadas por uma relação. A primeira figura corresponde à largura da bandeira, que normalmente está definido como o lado prendido ao poste ou pessoal. A segunda figura corresponde para o comprimento da bandeira. Uma bandeira com uma largura de 3 unidades e um comprimento de 5 unidades ou é escrita 3:5 ou 3x5:

Bandeiras oficiais dos 195 países e suas proporções:

  • A bandeira mais "curta" é a do Nepal, a única que não tem formato Quadrilátero (são dois triângulos retângulos sobrepostos no mastro). A sua proporção é 5:4
  • A seguir temos as bandeiras quadradas da Suíça, do Vaticano, cuja proporção é 1:1
  • A da Dinamarca possui proporção de 41:50
  • A mais "longa" é a do Catar - proporção 11:28
  • A proporção mais frequente é 2:3, presente nas bandeiras de 88 países
  • São 52 os países com bandeira de proporção 1:2
  • 10 países tem bandeiras "curtas" com proporção entre 0,7 e 0,75
  • 33 países têm bandeiras "mais longas" com proporções entre 0,53 e 0,64

Cores de bandeiraEditar

 
Bandeiras da União Europeia

As abreviações seguintes indicam cores de bandeira: R (vermelho) ; O (laranja); Y (amarelo); V (verde); B (azul); P (roxo); N (preto); W (branco); G (cinzento); M (castanho); Au (ouro); Ag (prata).

Cores diferente dessas citadas acima não são abreviadas;

Os símbolos seguintes indicam sombras de cor aproximadas: - (claro); - - (muito claro); + (escuro); ++ (muito escuro) ;

O uso de uma descrição de cor sem um símbolo indica uma sombra da cor média, normal, ou desconhecida.

Ver tambémEditar

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

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