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Álvaro Alves de Faria

Álvaro Alves de Faria
Nascimento 9 de fevereiro de 1942 (77 anos)
São Paulo,  Brasil
Prémios Prémio Jabuti (1976)

Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (2003)

Género literário Poesia
Movimento literário Pós-modernismo

Álvaro Alves de Faria (São Paulo, 9 de Fevereiro de 1942) é um poeta, escritor e jornalista brasileiro.[1] É um poeta da Geração 60. Dedica-se a diversos géneros literários entre os quais poemas, novelas, romances, ensaios e crónicas, além de ter escrito peças de teatro. Como poeta, iniciou, em 1965, o movimento de recitais públicos nas ruas e praças de São Paulo, quando lançou o livro "O sermão do Viaduto" - um comício poético - em pleno Viaduto do Chá. Em 1966 foram proibidos, por motivos políticos. Jornalista profissional, dedicou-se à área cultural, especialmente na crítica literária em jornais, revistas, rádio e televisão. Pelo seu trabalho recebeu, em 1976 e 1983, o Prêmio Jabuti de Literatura da Câmara Brasileira do Livro.

ObraEditar

Poesia
  • Nocturno Maior (1963)
  • Tempo Final (1964)
  • O Sermão do Viaduto (1965)
  • Quatro Cantos de Pavor e Alguns Poemas Desesperados (1973)
  • Em Legítima Defesa (1978)
  • Motivos Alheios (1983)
  • Mulheres do Shopping (1988)
  • Lindas Mulheres Mortas (1990)
  • O Azul Irremediável (1992)
  • Pequena Antologia Poética (1996)
  • Gesto Nulo (1998)
  • Agrário (1998)
  • Terminal (1999)
  • 20 poemas quase Líricos e Algumas Canções para Coimbra (1999)
Ficção
  • O Tribunal, novela (1972)
  • O Defunto, uma história brasileira, novela (1976)
  • A Faca no Ventre, romance (1979)
  • A Noiva da Avenida Brasil, crónicas (1981)
  • Autópsia, romance (1986)
  • Dias Perversos, romance (1994)

Referências

  1. «Enciclopédia Itaú Cultural». enciclopedia.itaucultural.org.br 

Ligações externasEditar