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Andrés Henestrosa

BiografiaEditar

Andrés Henestrosa começou sua educação básica em Juchitán, Oaxaca. Falou somente zapoteco até que teve quinze anos de idade quando mudou-se para a Cidade do México para estudar na Escola Normal de Professores, onde pôde aprender a língua castelhana. Mais tarde foi à Escola Nacional Preparatória e depois à Escola Nacional de Jurisprudência, onde estudou advocacia, sem poder-se graduar; ao mesmo tempo estudou na Faculdade de Filosofia e Letras na Universidad Nacional Autónoma de México. Foi nessa época, em 1927, que ele iniciou sua frutífera obra escrita quando um de seus professores, Alfonso Caso, sugeriu-lhe que escrevera sobre os mitos, lendas e fábulas que Henestrosa narrava oralmente, ideia que foi base do livro Os homens que dispersou a dança (Los hombres que dispersó la danza), publicado dois anos depois. O professor Henestrosa fez contribuições importantes ao indigenismo, e nessa obra ele recriou, com uma prosa cheia de determinação e eficiência narrativa, as histórias e os contos de sua terra zapoteca, tomados do acervo popular.

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