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Anima Mundi (festival)

O Festival Internacional de Animação do Brasil - Anima Mundi - é um Festival de Animação realizado nas cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo.

Iniciado em 1993, é o segundo maior Festival de Animações do mundo e o maior da América Latina.[1] Durante o festival, que acontece todos os anos no Rio de Janeiro e em São Paulo, são premiadas diversas categorias como curtas e longas-metragens, filmes infantis, filmes de estudantes, obras experimentais e trabalhos feitos por encomenda (como publicidades e videoclipes). O curta vencedor do Grande Prêmio Anima Mundi, atribuído pelo júri profissional e pelos diretores do festival, será considerado elegível pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA para concorrer a uma vaga no Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação, desde que cumpra todos os requisitos estabelecidos pelas regras oficiais da Academia.

O Festival Anima Mundi oferece várias opções de entretenimento, além da exibição de filmes de animação. Durante a programação acontece o Estúdio Aberto, conjunto de oficinas livres e gratuitas que estimulam os espectadores a produzir suas próprias animações[2], de modo instantâneo, em sete técnicas diferentes: animação tradicional (2D), zootropo, massinha (stop-motion), pixilation, areia, recortes e animação direta na película 35mm.

Já o Anima Forum é o ponto de convergência dos profissionais brasileiros e estrangeiros interessados no aprimoramento e desenvolvimento da animação brasileira. Ele acontece no Rio de Janeiro e em São Paulo, sempre junto com o Festival Anima Mundi. Nesses encontros, animadores, produtores e todos os interessados que compõem a cadeia da animação no Brasil se reúnem para refletir, discutir, avaliar e planejar os rumos do setor.

Além da programação de masterclasses, palestras e mesas redondas, eventos agregados ao fórum, como o Anima Business e o Animarket, são iniciativas de natureza comercial que atendem a profissionais iniciantes e experientes e demonstram potencial para serem aplicadas a outros eventos e cidades ao longo do ano.

Em 2019, após perder o patrocínio da Petrobras, lançou uma campanha de financiamento coletivo no site Benfeitora.[3]

Referências

  1. Angela Boldrini (28 de outubro de 2014). «Festival exibe hoje primeiro curta feminino premiado no Anima Mundi». Folha de S. Paulo. Consultado em 28 de outubro de 2014 
  2. Camila Taira (26 de julho de 2010). «Anima Mundi: veja o que você não pode perder». Veja. Consultado em 28 de outubro de 2014 
  3. Anima Mundi lança campanha de financiamento coletivo para viabilizar edição

Ligações externasEditar

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