António Jacinto Ferreira

António Jacinto Ferreira (1906, Lisboa, Portugal - 10 de outubro de 1995, Lisboa, Portugal) foi um publicista e militante monárquico, foi fundador do jornal O Debate semanário monárquico de grande expansão de que foi director[1] entre 1951 e 1974 tendo ocupado sucessivos cargos de relevo na Causa Monárquica. Foi Professor Catedrático da Escola Superior de Medicina Veterinária. Com vasta obra publicada de teor político e científico, pertenceu à Junta Nacional de Educação no Estado Novo e foi procurador da Câmara Corporativa na III legislatura, de 1942 a 1949[2] e deputado da Assembleia Nacional pelo círculo de Lisboa na IV legislatura de 1949 a 1953.[3]

António Jacinto Ferreira
Nascimento 1906
Lisboa Portugal Portugal
Morte 10 de outubro de 1995
Lisboa Portugal Portugal

Fazendo parte do Círculo de Estudos Portugueses, foi daqueles que sempre se mantiveram fiéis ao ideário do Integralismo lusitano.[1]

Foi um dos fundadores e dirigentes do Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários (SNMV), tendo cinquenta anos mais tarde, em 21 de Abril de 1994, sido o seu primeiro Sócio Honorário,[4] assim como tinha sido o director do seu boletim.[5]

Algumas das obras publicadasEditar

  • Soros e vacinas. Lisboa: Ed. Gama, 1944.[6]
  • Quatro anos na Assembleia Nacional. Lisboa: Comissões de Freguesia de Lisboa da Causa Monárquica, 1953.
  • Em prol do ultramar português. Lourenço Marques: Tip. Diário de Notícias, 1956.[7]
  • Prédicas de um monárquico. Lisboa: (s.n.), 1957.
  • Unidade nacional. Lisboa: (s.n.), 1959.
  • Para um verdadeiro governo do povo. Lisboa: (s.n.), 1963.[8]
  • No debate das ideias. Lisboa: (ed. aut.), 1973.[9]
  • Doenças infecto-contagiosas dos animais domésticos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979.[10]
  • Estudos de microbiologia geral e de imunologia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984.
  • Os animais no adagiário português. Lisboa: Direcção-Geral da Comunicação Social, 1985[11]
  • Poder local e corpos intermédios. Lisboa: (ed. Aut.), 1987.[12]
  • Integralismo lusitano: uma doutrina política de ideias novas. Lisboa: Cultura Monárquica, 1991.[13]
  • Ao serviço da pátria e do rei: memórias políticas (1926-1974). Lisboa: (ed. aut.), 1992.[14]

Referências