Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol

clube de futebol português
Disambig grey.svg Nota: Se procura a associação de estudantes, veja Associação Académica de Coimbra.

A Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol (AAC–OAF) ComCComSEMHIHMHL normalmente apenas designada de Académica de Coimbra, é o clube de futebol profissional mais conhecido da cidade de Coimbra, Portugal sediado na freguesia de Santo António dos Olivais. A Associação Académica de Coimbra foi fundada em 1887, sendo o mais antigo clube em atividade em Portugal e na Península Ibérica.[carece de fontes?]

Académica
Académica.png
Nome Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol
Alcunhas Briosa
Velha Senhora
Estudantes
Academistas
Mascote Fintas (morcego)
Fundação 3 de novembro de 1887 (132 anos)
Estádio Estádio Cidade de Coimbra
Capacidade 29 622[1]
Presidente Portugal Pedro Dias Roxo
Treinador Rui Borges
Patrocinador Portugal EFAPEL
Material (d)esportivo Playoff
Competição Segunda Liga
Taça de Portugal
Taça da Liga
Website [1]
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

O Organismo Autónomo de Futebol, criado em 1984 com o intuito de profissionalizar o futebol, é hoje em dia presidido por Pedro Roxo.[carece de fontes?]

A Académica é a detentora do troféu da 1ª Taça de Portugal a ser realizada, ganha em 1939. Em 20/05/2012, após um jejum de 73 anos, conquistou a sua segunda Taça de Portugal, sob o comando do treinador Pedro Emanuel, com uma vitória por 1-0 frente ao Sporting Clube de Portugal. Na temporada de 2012-2013 qualificou-se pela primeira vez para a fase de grupos da Liga Europa.[carece de fontes?]

HistóriaEditar

O clube foi fundado em 1887, quando o Clube Atlético de Coimbra (fundado em 1861) e a Academia Dramática (fundada em 1837) se fundiram.[carece de fontes?]

A Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol é considerada herdeira da Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra (AAC), a associação de estudantes da Universidade de Coimbra, o que vale ainda hoje o epíteto comum de "equipa dos estudantes", já que até à década de 70 a grande maioria dos jogadores eram estudantes universitários.[carece de fontes?]

É hoje, na prática, um clube independente em relação à sua casa-mãe, que de resto mantém separadamente uma secção amadora de futebol (que joga nas distritais) e muitas outras modalidades, como basquetebol, rugby, canoagem, natação, voleibol, ténis, entre outras.[carece de fontes?]

Como todas as equipas da casa-mãe, é designada como "Académica", e carinhosamente apelidada de "Briosa" pelos adeptos, alcunha que advém da forte entrega com que normalmente se batiam as equipas amadoras de estudantes mesmo contra equipas de atletas profissionais de alta competição.[carece de fontes?]

Fundação da AACEditar

A casa-mãe, a Associação Académica de Coimbra, foi fundada no dia 3 de Novembro de 1887, mas as suas origens remontam à criação da Academia Dramática, em meados do século XIX. A Associação Académica de Coimbra instalou-se no Colégio de São Apóstolo e o seu primeiro presidente foi António Luiz Gomes, estudante de Direito que mais tarde se tornaria reitor da Universidade de Coimbra.[carece de fontes?]

1887-1935 - Da fundação à 1ªLigaEditar

O primeiro jogoEditar

O primeiro jogo de futebol da Associação Académica de Coimbra data de Janeiro de 1912, sendo na altura presidente Álvaro Bettencourt Pereira de Athayde. A preparação para o aguardado encontro foi tal que a equipa começou a treinar-se no dia 8 de Janeiro, na Ínsua dos Bentos, local onde se viria a disputar o duelo com o Ginásio Club de Coimbra. Nessa partida, disputada no dia 28, a Académica surgiu equipada com camisolas brancas e calções pretos, num encontro que terminaria com a vitória da Associação Académica de Coimbra por 1-0.[carece de fontes?]

O primeiro título distritalEditar

A Associação de Futebol de Coimbra é criada em Outubro de 1922 e com ela surgem as primeiras competições distritais, que a Académica vence sem grande dificuldade. No primeiro jogo realizado sob a égide do novo organismo a Associação Académica de Coimbra venceu o Modesto por 3-0. Nessa prova, a Académica continuou o seu percurso triunfante, batendo na final a Naval por 3-1 e garantindo assim a qualificação para o Campeonato de Portugal.[carece de fontes?]

Académica na final do Campeonato de PortugalEditar

A vitória sobre a Naval na final do campeonato distrital valeu à Académica a possibilidade de representar o distrito no Campeonato de Portugal. No ano de estreia, os homens de Coimbra conseguiram uma excelente prestação tendo chegado à final da competição. Depois de ter batido o Sp. Braga, o Lusitano VRSA e o Marítimo, a Académica tinha pela frente o representante de Lisboa, o Sporting. No dia da final, a Associação Académica de Coimbra chegou ao Algarve, palco da final, na manhã do dia de jogo e, perante 4.000 espectadores, acabaria por perder por 3-0 apesar de ter feito um bom jogo. No final da partida, o capitão Júlio Ribeiro da Costa dirigiu-se assim à imprensa: “Sinto-me muito orgulhoso de ser o meu team finalista do Campeonato de Portugal”.[carece de fontes?]

O símboloEditar

 
O primeiro símbolo da Académica.

Um dos acontecimentos mais importantes na década de 20 foi o nascimento do símbolo que a Associação Académica de Coimbra adoptaria de forma definitiva. Após algumas tentativas que não foram do agrado dos estudantes, a Académica decidiu utilizar um novo símbolo, que contemplava as inicias “AAC” numa partida com o Sporting e cujo objectivo era “vingar” a derrota na final do Campeonato de Portugal. Contudo, a Académica seria derrotada e as culpas foram atribuídas ao novo emblema, que rapidamente foi ostracizado. Foi então que, na época 1927-1928, o estudante de Medicina, Fernando Ferreira Pimentel, a pedido do então dirigente Armando Sampaio, desenhou o actual símbolo da Académica, que passou a ser usado a partir desse ano. Fernando Pimentel recusou mesmo ter lucro com o símbolo que desenhou, tendo na altura afirmado: “O grande lucro foi a certeza, a consolação, sem vaidade, que dei à rapaziada da camisola negra o distintivo mais procurado e mais adorado em todo o Portugal”.[carece de fontes?]

(1935 - 1947) - Primeira Liga e Taça de PortugalEditar

A época de 1934 - 1935Editar

A época de 1934-1935 representa uma revolução no panorama desportivo português e é criada a 1ª Liga, que passa a ser a prova principal de futebol. A Académica, como vencedora do Campeonato de Coimbra, garantiu a presença nessa competição depois de vencer o União, naquele que foi o primeiro jogo a ser transmitido pela rádio. Na 1ª Liga, a AAC consegue a sua primeira vitória na quinta jornada da segunda volta, depois de bater o Académico do Porto por 2-1. O primeiro jogo da Briosa na 1ª Liga data de 20 de Janeiro de 1935, com o Sporting, no Campo de Santa Cruz.[carece de fontes?]

 
Vasco Gervásio é um dos maiores ídolos do clube.

Conquista da 1ª Taça de Portugal até aos dias de hojeEditar

No dia 25 de Junho de 1939, a Académica conseguiu a maior conquista desportiva da sua História, arrecadando a primeira Taça de Portugal, uma competição que substituiu o então denominado Campeonato de Portugal. Depois de eliminar o Covilhã, o Académico do Porto e o Sporting, a Académica tinha pela frente, no jogo decisivo, o Benfica. Perante 30 mil espectadores, no Campo das Salésias, a Académica venceu os encarnados por 4-3, com golos de Pimenta, Alberto Gomes e dois de Arnaldo Carneiro. Os festejos duraram dias e a cidade de Coimbra recebeu em êxtase os seus heróis… Assim se escreveu uma página de ouro na História da Académica! A conquista da primeira Taça de Portugal por parte da Académica levou a festejos quase sem fim. Um pouco por todo o lado, os adeptos da AAC festejavam a vitória sobre o Benfica e até mesmo os antigos jogadores Joaquim Isabelinha, Armando Sampaio e Rui Cunha se juntaram à festa. Um repórter da revista “Stadium”, que acompanhou as celebrações, referiu mesmo que a “imensa falange de apoiantes da Briosa é a mais aguerrida, a mais junta, a mais entusiástica de Portugal”. Foi nesta altura que se tornou também famoso o grito de vitória dos adeptos da Académica: “São horas de emalar a trouxa/ Boa noite, Tia Maria./ Que a Briosa ganhava a Taça,/ Obrigado! Já cá se sabia!”.[carece de fontes?]

 
A Académica venceu o Benfica por 4-3 em 1939 e conquistou a 1ª edição da Taça de Portugal.
 
A Académica venceu o Sporting por 1-0 e conquistou a segunda Taça de Portugal em 2012.

No entanto, em 1974 a AAC extinguiu a secção de futebol. Foi aí que surgiu o Clube Académico de Coimbra (CAC), que assumiu a posição da extinta secção de futebol da Académica na 1ª Divisão. Em 1984 foi então criado o Organismo Autónomo de Futebol (AAC–OAF), numa tentativa de reaproximação à casa-mãe e profissionalização do futebol, retomando o nome e símbolo tradicionais da Académica.

 
Primeira Taça de Portugal (1939) da Académica de Coimbra

[carece de fontes?]

 
Segunda Taça de Portugal (2012) da Académica de Coimbra

Em 2012, a Académica volta a vencer a Taça de Portugal, frente ao Sporting por 1-0, golo marcado por Marinho aos 4 minutos.




Com a conquista da Taça de Portugal em 2012, a Académica garantiu a sua presença na Liga Europa para a época seguinte. Na temporada 2012-2013, a Académica fez história ao vencer o Club Atlético de Madrid por 2-0 na Fase de Grupos da Liga Europa. [carece de fontes?]

A Académica, é dos clubes com mais adeptos em Portugal. É o clube mais representativo do distrito e de toda a região beirã. Uma sondagem sobre o número de adeptos de clubes feita pelo jornal Record e a empresa Novadir em 2010, revelou que a Académica era o quarto clube com mais adeptos a nível nacional.[2]

Na temporada 2015-2016, a Briosa desceu para a segunda divisão do futebol português, onde ainda permanece.


RivalidadesEditar

Pelo seu historial e pela dimensão da sua massa adepta, a Briosa é o clube mais representativo da cidade e de toda a região Centro, tendo uma rivalidade desde os primórdios do futebol na cidade com o União de Coimbra[3]. Os habitantes das cidades de Coimbra e da Figueira da Foz possuem uma rivalidade entre si, que se tornou notória no período em que Académica de Coimbra e Naval 1º de Maio conviveram na Primeira Liga[4]. A rivalidade entre Académica e Sport Clube Beira-Mar é um confronto que envolve os dois clubes mais representativos da Região do Centro. É normalmente chamado de "O Derby do Centro".[5]

Para além destas rivalidades ditadas pela geografia, os seus adeptos não esquecem a rivalidade com o Vitória Sport Clube, por causa do "caso N'Dinga", um dos mais polémicos do futebol português, apesar de reportar à época 1987/88.[6]

Claque organizadaEditar

Em 1985, é criada a mais antiga claque de apoio da Académica de Coimbra que se encontra em actividade plena. Estamos a falar da Mancha Negra, que ao contrário do que o seu nome indica, dá um belo colorido aos estádios onde se apresenta. É da fusão de 3 grupos de adeptos da Académica, "Força Negra", "Maré Negra" e "Solum Power" que surge a nova claque. Faltava então arranjar um nome para o grupo e o escolhido foi o de uma das mais populares personagens da Walt Disney: o Mancha Negra.[7]


SímboloEditar

A história do actual símbolo da Briosa obriga-nos a falar, orgulhosamente, de Fernando Ferreira Pimentel. Este antigo estudante de Medicina, nascido em Manteigas a 22 de Julho de 1905, foi o responsável pela criação e desenho do actual emblema, no longínquo ano de 1928. No entanto, o losango que hoje todos conhecemos nem sempre foi o símbolo da Académica…[carece de fontes?]

Respeitando sempre a relação próxima com os estudantes universitários e a Academia de Coimbra, o emblema da Académica representou-se de várias maneiras antes de ganhar o seu desenho actual. Assim, desde a imagem de uma tricana a uma capa de estudante erguida num pau ou num mastro de bandeira, contam-se quatro versões anteriores à versão desenhada por Fernando Pimentel.[carece de fontes?]

Na última versão não definitiva do emblema, este era representado pelas letras "AAC". Foi numa partida com o Sporting que a Briosa usou pela primeira vez as três letras como símbolo mas a verdade é que esse encontro não traz boas memórias para os academistas. A Académica perdeu esse jogo por 9-1 e os novos emblemas foram considerados os culpados por esse desaire e nunca mais foram utilizados.[carece de fontes?]

O clube de Coimbra passou então a jogar sem emblemas mas essa decisão durou pouco tempo. Isto porque em Junho de 1928, e a pedido de Armando Sampaio, na altura dirigente da Briosa, Fernando Pimentel meteu mãos à obra e desenhou o actual distintivo da Académica. No desenho final de Fernano Pimentel, a Instituição é apresentada com as iniciais do seu nome, AAC, e com a silhueta negra da Cabra, principal símbolo da Universidade de Coimbra, sendo que estes elementos estão inscritos dentro de um losango que dá forma ao mais bonito emblema que conhecemos.[carece de fontes?]

Clube Académico de Coimbra, novo nome, novo símbolo...

Durante o período em que a Académica existiu sob o nome de Clube Académico de Coimbra (CAC), de 1974 a 1984, o símbolo que a representou também foi outro.



Material desportivo e patrocinadoresEditar

Período Material Desportivo Patrocinador
2011–2017   Nike   EFAPEL
2017–2020   Lacatoni   EFAPEL
2017–   Claw   EFAPEL

Equipamentos anterioresEditar

  • 2015-16
  • 1º - Camisola preta, calção preto e meias pretas;
  • 2º - Camisola branca, calção branco e meias brancas.
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo
  • 2014-15
  • 1º - Camisola preta, calção preto e meias pretas;
  • 2º - Camisola branca, calção branco e meias brancas.
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo

TítulosEditar

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
  Taça de Portugal 2 1938–39 e 2011–12
  Segunda Divisão 2 1948–49 e 1972–73
Regionais
Competição Títulos Temporadas
29x29px Campeonato Distrital da Associação de Futebol de Coimbra 18 1922/23, 1923/24, 1924/25, 1927/28, 1932/33, 1933/34, 1934/35, 1935/36, 1936/37, 1937/38, 1938/39, 1939/40, 1940/41, 1941/42, 1942/43, 1943/44, 1944/45, 1945/46
Total (Regionais + Nacionais) 22
  • Participações no 1º escalão nacional: 63
  • Participações no 2º escalão nacional: 18
  • Melhor classificação de sempre no 1º escalão: 2º lugar (Vice-Campeã Nacional) em 1966/67.
  • Finalista vencida da Supertaça Cândido de Oliveira: 1 (2012)
  • Finalista vencida da Taça de Portugal: 3 (1950/51, 1966/67 e 1968/69)
  • Participações em competições Europeias: 4
  • Infantis: (2007/08, 2008/09, 2009/10)

EstádioEditar

Ínsua dos Bentos (1887 - 1922)Editar

Inicialmente, a Académica utilizava a Ínsua dos Bentos para praticar futebol. Desde 1901 que a Associação Académica de Coimbra procurava sensibilizar a Câmara Municipal para a edificação da primeira infra-estrutura desportiva da cidade, pois até lá a Académica ia utilizando a Ínsua dos Bentos para praticar futebol. Foi então que, de forma informal e cerca de duas décadas depois, foi finalmente inaugurado o Campo de Santa Cruz. Em Fevereiro de 1918 a Académica jogou com o Império de Lisboa, tendo perdido por 3-2, naquele que foi o primeiro encontro ali disputado. Contudo, rapidamente se percebeu que não estavam reunidas as condições mínimas de funcionamento e a Académica lá voltou a utilizar a Ínsua dos Bentos…[carece de fontes?]

Campo de Santa Cruz (1922-1949)Editar

Depois de uma inauguração informal em 1918, o Campo de Santa Cruz foi, finalmente, alvo de uma cerimónia oficial, a 5 de Março de 1922, que marcou o arranque do novo campo da Associação Académica de Coimbra. Com o objectivo de celebrar o segundo aniversário da “Tomada da Bastilha”, a Académica recebeu o Académico do Porto numa partida que acabou por perder por 4-3. A inauguração do campo mobilizou a cidade e o pontapé de saída foi dado pelo então reitor e antigo presidente da AAC, António Luiz Gomes. Na altura, o jornal “O Despertar” foi claro ao classificar o Campo de Santa Cruz como o “melhor do país”.[carece de fontes?]

Estádio Municipal de Coimbra (1949-2003)Editar

No dia 20 de Janeiro de 1949, a Académica joga pela primeira vez no novo estádio Municipal, abandonando o Campo de Santa Cruz. No novo recinto, a grande novidade foi mesmo o facto de ser relvado, algo completamente desconhecido em Coimbra. Na primeira partida, a Briosa jogou frente a Portugal num encontro que terminou empatado a três bolas. Foi a única vez que Bentes jogou contra a Académica…[carece de fontes?]

Estádio Cidade de Coimbra (2003 - atualidade)Editar

O antigo Estádio Municipal de Coimbra deu lugar ao novo Estádio Cidade de Coimbra. A reconstrução do Estádio Cidade de Coimbra, da responsabilidade da Câmara Municipal de Coimbra, partiu do aproveitamento das infraestruturas existentes, como, por exemplo, a pista de atletismo. Foi realizada uma ampla remodelação de todo o anel das bancadas e construído um novo anel acima daquele, em forma de U. Esta solução permitiu aproveitar a magnífica vista sobre a encosta da cidade. O projeto é da autoria do arquiteto António Monteiro que conseguiu, deste modo, duplicar a lotação do estádio para os cerca de 30 000 lugares sentados, exigidos pela UEFA para a realização dos jogos internacionais do Euro 2004. Este estádio não foi inaugurado com um jogo, como é habitual, mas com um concerto da mítica banda Rolling Stones, a 27 de setembro de 2003. Para este estádio foram agendados, no âmbito do 12.º Campeonato Europeu de Futebol, os jogos (da fase de grupos) Inglaterra - Suíça e Suíça - França, a 17 e 21 de junho, respetivamente. O campo de Futebol tem como medidas 105 por 70 m.[carece de fontes?]

 
Interior do Estádio Cidade de Coimbra

FutebolEditar

PresençasEditar

Incluindo época 2016-17

Nº Presenças Títulos
Temporadas na 1ª 64 0
Temporadas na Liga de Honra 11 0
Temporadas na 2ª 8 0
Temporadas na 3ª 0 0
Taça de Portugal 76 2
Taça da Liga 9 0
Supertaça de Portugal 1 0

ClassificaçõesEditar

Qualificação à divisão superior
Desqualificação à divisão inferior

TemporadasEditar

 Ver artigo principal: Temporadas da Académica
Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol
Campeonato Português Taça de Portugal Taça da Liga Super Taça Liga dos Campeões Liga Europa
Ano Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima
201415 II Liga 38 21 9 8 66 38 5ª Eliminatória -
201516 Liga NOS 17° 38 16 9 13 57 49 4ª Eliminatória 1ª Eliminatória
201516 II Liga ?? 38 16 9 13 57 49 4ª Eliminatória 1ª Eliminatória
Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Classificado à Liga dos Campeões da UEFA.
     Classificado à Liga Europa da UEFA.

Plantel atualEditar

Guarda-redes
N.º Jogador
1   Daniel Azevedo
24   Tiago Pereira
91   Mika
Defesas
N.º Jogador Pos.
4   Silvério C
55   Arghus C
83   Zé Castro   C
23   Mike LD
35   Sérgio Conceição LD
5   Mauro Cerqueira LE
74   Francisco Moreira LE
Médios
N.º Jogador Pos.
6   Ricardo Dias T
31   Marcos Paulo T
65   Fernando Alexandre T
66   João Lameira T
10   Leandro Silva M
16   João Mendes M
17   Barnes Osei M
22   Filipe Chaby M
88   Pedro Pinto M
Avançados
N.º Jogador
19   Dany
20   Traquina
27   Derik Lacerda
39   Donald Djousse
77   Brito
Equipa técnica
Nome Pos.
  João Carlos Pereira TR


Recordes individuaisEditar

Jogadores com mais aparências

Jogos competitivos, apenas profissionais, aparições como suplente incluídas no total.

# Nome Jogos Aparências
1 Pedro Rocha 1986-04 455
2 Vasco Gervásio 1962–79 430
3 Pedro Roma 1990–92 / 1994–09 386
4 Augusto Rocha 1956–71 373
5 Mário Torres 1950–66 373
6 Vítor Campos 1963–76 345
7 Bentes 1945–60 328
8 Rui Rodrigues 1962–71 / 1976–79 310
9 Tomás Fernandes 1980–90 298
10 Mito 1985–90 / 1993–98 288


Jogadores com mais golos

Jogos competitivos, apenas profissionais, aparições como suplente incluídas no total.

# Nome Jogos Golos
1 Bentes 1945–60 167
2 Manuel António 1964–65 / 1968–77 153
3 Eldon 1978–83 / 1987–90 134
4 Artur Jorge 1965–69 94
5 Dário 1996-05 91
6 Francisco andre 1953–59 81
7 Alberto Gomes 1936–44 / 1947–49 67
8 Gaio 1959–64 65
9 Ernesto de Sousa 1965–68 64
10 Augusto Rocha 1956–71 59

Antigos jogadores da AcadémicaEditar

 

PresidentesEditar

Presidentes
(Nascimento–Morte)
Retrato Tempo em funções Títulos
(–)
Campos Coroa outubro de 1995 dezembro de 2002
17º João Moreno
(1929–2004)
dezembro de 2002 23 de outubro de 2004 0
18º José Eduardo Simões
(1970–)
janeiro de 2005 junho de 2016 1
Paulo Almeida junho de 2016 abril de 2017
Pedro Dias Roxo

(1979-)

abril 2017 Presente

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar

ClaquesEditar

BloguesEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol