Autotomia

O caramujo marinho do gênero Harpa (ilustração) é capaz de romper a parte posterior de seu (à direita da concha), num processo de autotomia.[1]

Autotomia é a capacidade que alguns animais possuem de liberar partes do seu corpo em uma automutilação, usada como meio de defesa contra a predação; podendo essas partes regenerar-se, ou não, após um período de tempo. É mais comum em invertebrados, marinhos ou não, mas também presente na cauda de vertebrados como os escamados (Squamata).[2][3]

Referências

  1. Rehder, Harald A. (27 de novembro de 1973). «Family Harpidae - harp shells» (em inglês). Indo-Pacific Mollusca, vol. 3, no. 16 (Biodiversity Heritage Library). pp. 207–274. Consultado em 15 de março de 2020 
  2. Passos, Daniel (30 de junho de 2012). «"Vão-se os anéis, ficam-se os dedos": uma alusão à autotomia caudal nos lagartos». Blog do NUROF-UFC - Répteis e Anfíbios - WordPress.com. 1 páginas. Consultado em 14 de março de 2020 
  3. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda (1986). Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. p. 204. 1838 páginas 

Ver tambémEditar

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