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Secção transversal da retina, com os bastonete no extremo direito da imagem.

Os bastonetes são células da retina dos olhos dos vertebrados, que detectam os níveis de luminosidade.[1]

São basicamente responsáveis pela visão noturna, têm este nome devido à sua forma alongada e cilíndrica e são também usados na visão periférica.

Estas células estão concentradas mais externamente na retina e existem, na retina dos humanos, cerca de 120 milhões de bastonetes.

São 100 vezes mais sensíveis à luz que os cones, mas detectam apenas tons de branco, preto e cinza.

Resposta à luminosidadeEditar

A ativação de uma célula fotorreceptora, como são os bastonetes, ocorre por meio de um processo chamado hiperpolarização. A superfície dos bastonetes que detecta a luz é formada por um conjunto complexo de membranas que, se não estiverem excitadas pela luz, possuem um potencial de membrana neutro, sendo permeáveis a vários tipos de moléculas; quando excitadas pela luz, o potencial de membrana destas células altera-se, passando estas a ser selectivas a diferentes moléculas. Nessas condições, a rodopsina, o pigmento dos bastonetes responsável pela detecção da luz, combina-se com a transducina, outra proteína da membrana destas células, activando o transporte de substâncias que activam o impulso nervoso.[1]

Referências

  1. a b «Ógãos dos sentidos (a visão)». Consultado em 29 de Maio de 2009 

Ver tambémEditar