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Centro de Convivência Cultural de Campinas

Centro de Convivência
Centro de Convivência no verão de 2010.
Nomes alternativos Centro de Convivência Cultural de Campinas
Tipo Teatro
Arquiteto Fábio Penteado
Início da construção 1967 (52 anos)[1]
Inauguração 9 de setembro de 1976 (42 anos)
Proprietário atual Prefeitura Municipal de Campinas
Função atual Teatro
Teatro de Arena
Sala de concerto
Atração turística
Feira de Artesanato
Visitantes (Não divulgado)
Capacidade Teatro de Arena 5 000
Sala de Espetáculos 500
Estilos arquitetónicos Moderno[1]
Área 3 500[1] m²
Geografia
País  Brasil
Cidade Campinas, SP
Localidade Praça Imprensa Fluminense, s/n, Cambuí
Coordenadas 22° 54' 07" S 47° 03' 15" O

O Centro de Convivência Cultural de Campinas “Carlos Gomes”[2], conhecida popularmente como Centro de Convivência, é um conjunto arquitetônico localizado no bairro Cambuí, na cidade de Campinas, no interior do estado de São Paulo, Brasil. Foi projetado pelo arquiteto Fábio Penteado, inaugurado em 9 de setembro de 1976.[3]

Índice

HistóriaEditar

Antes de ali existir o Centro de Convivência, o lugar onde hoje se localiza a Praça Imprensa Fluminense[4] era o Passeio Público de Campinas, construído entre 1876 e 1882 e inspirado no Passeio Público do Rio de Janeiro.

As obras do Centro de Convivência começaram em 1967;[5] entretanto, foram interrompidas pouco depois e só retomadas em 1974, até a conclusão do complexo em 1976.

Em 2004 a praça Imprensa Fluminense, lugar no qual se situa o Centro de Convivência, foi reurbanizada, com a retirada do estacionamento e a troca do piso em todo o entorno da praça por blocos de concreto intertravados em duas cores. Também houve a repintura das paredes e o ajardinamento dos canteiros. No ano seguinte, foi necessária a repintura das construções e foram colocados bloqueios físicos nas entradas do Teatro de Arena, acabando assim com o centro da área de convivência. Após isso os eventos no teatro de arena se tornaram raros.[1]

No ano de 2011 a Sala de Espetáculos “Luís Otávio Burnier” foi fechada pela prefeitura, por conta da precariedade na estrutura do prédio. O espaço apresentava goteiras, fiação elétrica exposta, e a conclusão de técnicos da administração foi de que o local oferecia riscos aos frequentadores.[6]

ProjetoEditar

O projeto do Centro de Convivência foi feito pelo arquiteto Fábio Penteado em 1967,[7] desenvolvendo outros dois projetos do arquiteto que concorreram em concursos nos dois anos anteriores, um na própria cidade de Campinas ("Teatro de Ópera") e outro na cidade de Goiânia ("Monumento à Fundação de Goiânia"). A junção dos dois projetos, com o aumento da escala da praça multiuso no projeto goianiense e as finalidades do projeto campineiro.

CaracterísticasEditar

O Centro de Convivência possui quatro edifícios em cruz, dos quais as partes superiores são arquibancadas para o Teatro de Arena “Teotônio Vilela”, com capacidade para aproximadamente cinco mil pessoas. Há uma Sala de Espetáculos “Luís Otávio Burnier[8], com capacidade para 500 pessoas. Há espaços disponíveis para exposições de arte as Galerias “Aldo Cardarelli”, “Bernardo Caro” e “C”,[2] além de um espaço próprio para a construção de um bar, atualmente denominado “Sala Carlos Gomes”. Um quinto elemento se apresenta na torre de iluminação sobre a área destinada ao Teatro de Arena.

Aos sábados e domingos, ocorre a feira de artesanato e de quitutes, popularmente conhecida na cidade com Feira Hippie.

Galeria de fotosEditar

Referências

  1. a b c d Comissão de Gerência do Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas (7 de novembro de 2012). «Apresentação das condições técnicas atuais das instalações e estrutura do Centro de Convivência Cultural» (PDF). Prefeitura Municipal de Campinas. Consultado em 26 de dezembro de 2016 
  2. a b Redação Prefeitura de Campinas (26 de dezembro de 2016). «Centro de Convivência Cultural de Campinas "Carlos Gomes"». Prefeitura de Campinas. Consultado em 26 de dezembro de 2016 
  3. Centro de Convivência, de Passeio Público a Complexo Cultural Paloma Lopes, Prefeitura Municipal de Campinas, 23/09/2005, acesso em 29 de julho de 2009.
  4. O nome é uma homenagem ao papel que a imprensa do Rio de Janeiro, então capital do país, teve no apoio à cidade de Campinas durante a epidemia de Febre Amarela de 1889.
  5. Centro de Convivência Cultural EPTV.com, acesso em 29 de julho de 2009.
  6. Redação G1 Campinas e Região (19 de agosto de 2011). «Projeto de reforma atrasa e obra no Centro de Convivência fica para 2016». G1 Campinas e Região. Consultado em 26 de dezembro de 2016 
  7. Ficha Técnica - Centro de Convivência Cultural Arquitetura Brutalista, acesso em 29 de julho de 2009.
  8. Enciclopédia Itaú Cultural Teatro (26 de dezembro de 2016). «Sala Luís Otavio Burnier: Casa da Sinfônica». Sinfônica de Campinas. Consultado em 26 de dezembro de 2016 

Ligações externasEditar