Concílios de Saragoça

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Os Concílios de Saragoça (César Augusta, da província de Tarraconense do Império Romano, na atual Espanha) eram reuniões de representantes de igrejas cristãs da região.

Primeiro Concílio de SaragoçaEditar

Foi em César Augusta (atual Saragoça), em 380, que se desenrolou um concílio com o objectivo de reflectir (principalmente) sobre o priscilianismo. Pelo prólogo do texto sabe-se que estiveram presentes Itácio de Faro, Idácio de Mérida, entre outros, e até bispos da Aquitânia, Delfino e Febádio de Agen. Essa presença de bispos "extralusitânia" demonstra que a pregação de Prisciliano não causava somente problemas no norte da Hispânia, mas também na Gália.

Neste concílio, acentua-se uma clara tendência antiascética e antipriscilianista. Na generalidade, o Primeiro Concílio de Saragoça condenou as práticas cristãs que eram levadas a cabo à margem das autoridades religiosas locais (promovidas pelo movimento priscilianista) e que tinham seu espaço "celebrativo" ou "litúrgico" nas villae.

Segundo Concílio de SaragoçaEditar

Feito em 592, já na época do Reino Visigodo. Ocorreu a reconsagração de Engrácia de Saragoça, em decreto de 3 de novembro, e discutiram-se matérias como a existência de arianos em meios já convertidos ao catolicismo.[1]

Terceiro Concílio de SaragoçaEditar

Ocorrido em 691.

Quarto Concílio de SaragoçaEditar

Ocorrido em 1381.

Ver tambémEditar

Referências

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