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Convenção de Simla

O Acordo de Simla, ou Acordo de Convenção entre a Grã-Bretanha, China e Tibete, [em] Simla,[1] é um tratado sobre a situação do Tibete negociado pelos representantes da República da China, do Tibete e do Reino Unido em Simla em 1913 e 1914.[carece de fontes?]

O Acordo previa que o Tibete seria dividido em "Tibete Exterior" e "Tibete Interior". O "Tibete Exterior", que corresponde aproximadamente ao Ü-Tsang e o oeste de Kham iria permanecer nas mãos do governo tibetano em Lhasa sob suserania chinesa, mas a China não iria interferir em sua administração. O "Tibete Interior", mais ou menos, o equivalente ao Amdo e o leste de Kham, estaria sob a jurisdição do governo chinês. O acordo com os seus anexos também definia a fronteira adequada entre o Tibete e a China e entre o Tibete e a Índia britânica (esta última ficou conhecida como a Linha McMahon).[1]

A China rejeitou o acordo e seu plenipotenciário, Ivan Chen, se retirou em 3 de julho de 1914. Os plenipotenciários britânicos e tibetanos então fizeram uma nota anexada negando a China quaisquer privilégios ao abrigo do Acordo e selou como um acordo bilateral no mesmo dia.[2]

O trabalho de McMahon foi inicialmente rejeitado pelo governo britânico como incompatíveis com a Convenção Anglo-Russa de 1907. Esta convenção foi rejeitada em 1921. Os britânicos começaram a usar a Linha McMahon em mapas Survey of India em 1937, e o acordo de Simla foi publicado oficialmente em 1938.[carece de fontes?]

Referências

  1. a b «Convention Between Great Britain, China, and Tibet, Simla (1914)» (em inglês). Consultado em 11 de agosto de 2014 
  2. «Tibet Justice Center» (em inglês). Consultado em 11 de agosto de 2014. Arquivado do original em 10 de março de 2009