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Diapositivo

imagem estática, positiva, geralmente em cores, criada sobre uma base transparente usando meios fotoquímicos
Um slide individual, exibindo uma transparência colorida numa moldura plástica

Em fotografia, um slide, eslaide, diapositivo ou transparência é uma imagem estática, positiva, geralmente em cores, criada sobre uma base transparente usando meios fotoquímicos, e montado numa moldura para possibilitar sua projeção numa tela.[1] Por analogia, o termo também é utilizado para designar outros tipos de apresentação de imagens estáticas, como aquelas desenvolvidas no Microsoft PowerPoint e outros programas de autoria.

HistóriaEditar

A mais antiga forma prática de fotografia colorida foi o processo autocromo. Era um método aditivo de "matriz" o qual produzia um slide colorido.

O primeiro método prático usando um método "subtrativo" foi o processo Kodachrome, o primeiro filme colorido para amadores comercialmente bem-sucedido, lançado em 1935. Ele produzia transparências em cores muito mais brilhantes. Foi oferecido inicialmente em formato 16 mm para cinema; slides de 35 mm e filmes caseiros de 8 mm seguiram-no em 1936.

Originalmente usado para cobertura cinematográfica de notícias, auferiu gradativamente maior popularidade. Alguns amadores já usavam o Kodachrome para filmes caseiros já por volta de 1940, e muitos usavam adaptadores de rolos de filmes de 35 mm com "câmeras de reportagem" comuns de 4″×5″. Nesta época, o filme colorido possuía uma série de deficiências, incluindo o alto custo do filme e do seu processamento e a vida curta das cópias impressas. Amadores que podiam se dar ao luxo de comprar filme para slides e equipamento de projeção usaram-nos amplamente até o início dos anos 1970, quando o filme fotográfico colorido começou a substituí-lo.

Até cerca de 1995, transparências coloridas eram o único meio fotográfico usado para publicações sérias, e eram amplamente usados em fotografia comercial e de publicidade, reportagens, cobertura desportiva, arquivo e imagens da natureza. A mídia digital tem gradualmente substituído as transparências em muitas dessas aplicações. Todavia, o uso de slides por artistas que submetem obras a concursos ou em exibições individuais, a aplicação em escolas de arte e residências (ou similares), é ainda bastante disseminado por várias razões, entre as quais está a falta de fidelidade de cores (percebida ou imaginada), na Mídia digital.

Ver tambémEditar

Referências