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Mas em [[1935]] a Alemanha já se reerguera, reiniciando a produção de armamentos e restabelecendo o serviço militar obrigatório, o que contrariava o [[Tratado de Versalhes]], ao mesmo tempo em que se aproximava da Itália [[fascista]] de [[Benito Mussolini]], da [[Espanha]] de [[Francisco Franco]], e do Japão, além de ter anexado a [[Áustria]] em [[1938]], sob a justificativa de tratar-se de um povo de ascendência germânica (ver [[Pangermanismo]]).
 
No ano seguinte, com a conivência da [[França]] e da [[Inglaterra]], o governo alemão incorporou ao seu território os [[Sudetos]], região da [[Tchecoslováquia]] que abrigava minorias alemãs, e por fim assinou com [[Josef Stalin]], da [[União Soviética]], um acordo de não-agressão e neutralidade de cinco anos, relacionado ao desmembramento do Estado polaco mediante intervenção de ambos os países sobre a cria de Versalhes (invasão armada e capitulação polonesa, com a liquidação das tropas polacas pelos alemães), sempre tida como potencial motivadora de futuros conflitos pelos alemães.
 
== O início da guerra ==