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eu mudei o que é a Real academia militar pois estava tudo errado.
{{mais notas|data=julho de 2014}}
/.~;/A '''Real Academia Militar''' foi uma instituição [[militar]] de [[ensino superior]] [[Portugal|portuguesa]]um~.gj
 
Sucedeu à [[Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho]], em [[Lisboa]] ([[1790]]), e à [[Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho]], nas dependências da Casa do Trem de Artilharia (atual [[Museu Histórico Nacional]]), no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]] ([[1792]]). Dela se originou a atual [[Academia Militar das Agulhas Negras]] (AMAN).
 
Foi criada por carta régia de [[4 de Dezembro]] de [[1810]], do então príncipe regente D. João, futuro rei D. [[João VI de Portugal|João VI]], que iniciou as suas actividades a [[23 de Abril]] de [[1811]].
 
A Academia Militar do Rio de Janeiro é uma das instituições antecessoras da actual AMAN e foi a primeira escola de engenharia no [[Brasil]].
 
[[Francisco de Borja Garção Stockler]] e [[Wilhelm Ludwig Freiherr von Eschwege]], o [[Wilhelm Ludwig von Eschwege|barão de Eschwege]], tiveram papel importante na estruturação do seu ensino nas áreas da [[matemática]] e da [[física]].
 
 
== História ==
No contexto da [[transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821)]] a Real Academia Militar foi criada pelo [[João VI de Portugal|Príncipe-regente]] através da Carta-Régia de [[4 de dezembro]] de [[1810]].<ref>O documento caracteriza o momento e o alcance do projeto: "''(... ) hei por bem que na minha atual Corte se estabeleça uma Academia Real Militar para um curso completo de ciências [[matemática]]s, de ciências das observações, quais sejam a [[química]], [[física]], [[mineralogia]], [[metalurgia]] e [[história natural]] e das ciências militares em toda a sua extensão. (...)''"</ref>
 
Implementada pelo [[conde de Linhares]], foi inaugurada em [[23 de abril]] de [[1811]], no mesmo local da anterior, a nova Academia teve como primeiro comandante o então Brigadeiro Inspetor de Artilharia e Fundições [[Carlos Antônio Napion]], atual patrono do Material Bélico do [[Exército Brasileiro]].Artilhghjk
 
A Real Academia formava a oficialidade das diversas Armas, além de engenheiros, [[geografia|geógrafos]] e [[topografia|topógrafos]], conforme definido em seu regulamento:
 
:''os, canais, pontes e calçadas.''"
:"''...um curso regular de Ciências Exatas e de Observações, assim como de todos aqueles que são aplicações das mesmas aos estudos militares e práticos que formam hábeis Oficiais de Artilharia, Engenharia e ainda Oficiais da classe de Engenheiros Geógrafos e Topógrafos, que possam também ter o útil emprego de dirigir objetos administrativos de minas, de caminhos, portos, canais, pontes e calçadas.''"
 
Eram ministrados os cursos de [[Cavalaria]] e [[Infantaria]], ambos com duração de três anos, e o de Engenharia, com duração de seis anos. Neste último, os futuros engenheiros aprendiam [[Arquitetura]] Civil, Materiais de Construção, Caminhos e Calçadas, [[Hidráulica]], [[Pontes]], [[Canais]], [[Dique]]s e [[Comporta]]s. No oitavo ano era explicada a [[história militar]] dos povos.
 
Em [[1812]], a Academia foi transferida para novas instalações, no [[Largo de São Francisco de Paula|Largo de São Fis do curso militar; os oficiais da marinha e os engenheiros geógrafos todo o curso matemático mais a prática do Observatório; os erancisco de Paula]], no edifício em que atualmente funciona o [[Instituto de Filosofia e Ciências Sociais]] (IFCS) da [[Universidade Federal do Rio de Janeiro|Universid]] a fundação da Real Academia Militar do Rio de Janeiro [[Universidade Federal do Rio de Janeiro|ade Federal do Rio de Janeiro]].
 
Com a proclamação da [[independência do Brasil]], a Academia foi reformulada e unida a [[Academia Real dos Guarda-Marinhas]] e ao [[Observatório astronômico]], em [[1832]].<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/536/texto MOACYR, Primitivo. A instrução e o Império - 1º vol., 1936.]</ref> A Academia Militar e de Marinha, era dividida em quatro cursos científicos: curso [[matemática|matemático]] com quatro anos de duração; curso militar, de dois anos; curso de pontes e calçadas, dois anos; curso de [[construção naval|construção n]] a fundação da Real Academia Militar do Rio de Janeiro [[construção naval|aval]], dois anos.
 
Os cursos deveriam ser frequentados pelos oficiaisof a fundação da Real Academia Militar do Rio de Janeiro iciais de acordo com sua especialização: os oficiais de infantaria e cavalaria deveriam frequentar o primeiro ano do curso matemático e o do curso militar; os de artilharia os três primeiros anos do curso matemático e o primeiro do curso militar; os engenheiros militares e os oficiais do [[Estado Maior]], os três primeiros do curso matemático os dois do curso militar; os oficiais da marinha e os engenheiros geógrafos todo o curso matemático mais a prática do Observatório; os engenheiros de pontes e calçadas os três primeiros anos do curso matemático e os dois do curso de pontes e calçadas; os engenheiros construtores navais três primeiros anos do curso matemático e os dois do curso de construção naval.<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/537/texto MOACYR, Primitivo, op. cit., p.537-40]</ref>
 
No ano seguinte, em [[22 de outubro]] de [[1833]], a Academia de Marinha e a [[Companhia de Guardas-Marinhas]] é separada de novo, constituindo um estabelecimento separado.<ref>[http://brasiliana.com.br/obras/a-instrucao-e-o-imperio-1-vol/pagina/542/texto MOACYR, Primitivo, op. cit., p.542]</ref>
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