Diferenças entre edições de "Areobindo (senador)"

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Segundo o historiador [[Procópio de Cesareia]], no dia seguinte Guntárico capturou um dos portões da cidade e manteve-o aberto, ao passo que utilizou-se dum tom ameaçador na esperança de compelir Areobindo ao combate. Diz-se, contudo, que Areobindo apenas não fugiu de Cartago em decorrência do mal tempo. Areobindo então consultou-se com Atanásio, Artabanes e outros oficiais e foi aconselhado a atacar Guntárico sem demora. Ele decidiu primeiro enviar o emissário [[Fredas]] para interrogar Guntárico sobre suas intenções e com o retorno de Fredas, decidiu-se pelo ataque. A batalha foi travada no portão capturado pelos rebeldes, porém com o desenrolar do confronto, Areobindo entrou em pânico e decidiu fugir para um grande mosteiro local, onde sua irmã e esposa estavam abrigadas. Suas tropas acompanharam-o e Cartago foi perdida.{{harvref|name=Mar109|Martindale|1992|p=109}}
 
O bispo [[Reparato de Cartago|Reparato]] visitou Areobindo com garantias de salvo-conduto de Guntárico caso deixasse seu santuário no mosteiro e se dirigisse ao palácio do governador. Após conseguir garantias de Reparato, julgaras mediante o rito batismal, deixou o mosteiro trajando roupas dum indivíduo particular e dirigiu-se para Guntárico, que lhe concedeu mais garantias de salvo-conduto e prometeu enviá-lo embora com sua esposa e propriedades. Areobindo foi festejado e tratado com grande honra, mas foi ordenado dormir sozinho em seus aposentos. Ali, [[Uliteu (oficial)|Uliteu]] e outros apoiantes de Guntárico assassinaram-o.<ref name=Mar109 /> Sua cabeça foi cortada e enviada para Antalas.{{harvref|Martindale|1992|p=575-576}}
 
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