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8 bytes adicionados ,  21h54min de 19 de novembro de 2016
Em [[1979]], o Vietnam invade o Cambodja e destitui o Khmer vermelho. Pol Pot lidera a resistência e em [[1985]], deixa de ocupar qualquer função oficial mas continua como figura de proa do Khmer vermelho. Em 1989 o Vietnã retira-se do Camboja e Pol Pot recusa-se a cooperar com o processo de paz continuando a lutar contra o novo governo de coalizão. O Khmer vermelho consegue então manter as tropas do governo afastadas até 1996, ano em que as tropas do Khmer, desmoralizadas, começam a desertar. Vários líderes importantes do Khmer vermelho também desertam e Pol Pot ordena a execução do seu braço direito, [[Son Sen]], e onze membros da sua família em [[10 de junho]] de [[1997]], por supostamente Son Sen querer fazer um acordo com o governo. Pol Pot fugiu então da sua fortaleza mas depois foi preso pelo chefe militar do Khmer vermelho, Ta Mok e sentenciado à prisão domiciliar perpétua, algemado a uma coluna. Em abril de [[1998]], [[Ta Mok]], foge para a floresta após novo ataque do governo e leva Pol Pot consigo. Alguns dias depois, em [[15 de abril]] de 1998, Pol Pot morreu, oficialmente de ataque cardíaco. Seu corpo foi queimado na área rural do Camboja, com várias centenas de ex-Khmer vermelhos presentes.
 
Durante a revolução do [[Camboja]], Pol Pot rebatizou o país como República Democrática do Kampuchea. Após sua derrota e a libertação do Camboja pelo Vietnane, Pol Pot recebeu abrigo e apoio na [[Tailândia]]. A ONU não reconheceu o governo que o substituiu, e mesmo tendo vivido até 1998, jamais foi julgado como genocida.
 
== Ver também ==
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