Chris Amon: diferenças entre revisões

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|f1_times = 12 ([[Reg Parnell Racing|Reg Parnell]], [[Brabham]] (''não-oficial''), [[Cooper Car Company|Cooper]],<br />[[Scuderia Ferrari|Ferrari]], [[March Engineering|March]], [[Matra (empresa)Sports|Matra]], [[Tecno Racing Team|Tecno]], [[Tyrrell Racing|Tyrrell]],<br />[[Amon (Fórmula 1)|Amon]], [[British Racing Motors|BRM]], [[Ensign Racing Team|Ensign]] e [[Walter Wolf Racing|Wolf]])
|f1_campeonatos = 0 <small>(4º em 1967)</small>
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Em 1964 continuou na equipe de Parnell, tendo se mudado para a '''Ian Raby Racing''', que usava chassi da [[Brabham]], onde permaneceu até o ano seguinte, quando foi contratado pela [[Scuderia Ferrari|Ferrari]]. Em 1966, em dupla com [[Bruce McLaren]] vence as 24 Horas de Le Mans. Nos anos seguintes, continua sem bons resultados na Fórmula 1 apesar de ser reconhecidamente um piloto rápido e de talento.
 
Em 1967 vence, em dupla com [[Lorenzo Bandini]] as 24 Horas de Daytona e as 1000 Milhas de Monza. Na F-1, conquista 4 terceiros lugares antes de deixar a Ferrari no final de 1969, obtendo ainda um segundo lugar. Corre pela [[March Engineering|March]] em 1970 e no ano seguinte assina com a [[Matra (empresa)Sports|Matra]], pela qual consegue sua única vitória a bordo de um carro de Fórmula 1: o Grande Prêmio da Argentina de 1971 que, por ser uma prova extra-campeonato, não entra nas estatísticas da categoria. Com a saída da Matra das competições no ano anterior, Amon aceita o convite da [[Tecno Racing Team|Tecno]], mas o carro é muito ruim e o neozelandês marca apenas um ponto. Ainda em 1973, tenta participar do [[Grande Prêmio dos Estados Unidos de 1973 (Fórmula 1)|GP dos EUA]] pela [[Tyrrell Racing|Tyrrell]], mas o acidente fatal de [[François Cévert]] abala o piloto, que desiste de correr a prova.
 
Para 1974, cria sua própria equipe, mas o [[Amon F101]], apesar de exibir um bom potencial, não mostra confiabilidade e o neozelandês disputa apenas o [[Grande Prêmio da Espanha de 1974 (Fórmula 1)|GP da Espanha]]. No final do mesmo ano, aceita o convite de outra equipe tradicional, a [[British Racing Motors|BRM]] e disputa 2 corridas pela mesma, não se destacando em nenhuma. Em 1975 é contratado por Morris Nunn para desenvolver o carro de sua equipe, a [[Ensign Racing Team|Ensign]], onde também participa de 2 GP's. O ano seguinte começa animador para Amon, que obtém um 5º lugar na Bélgica e bons desempenhos na Suécia e Inglaterra, tendo abandonado com problemas mecânicos. O acidente quase fatal de [[Niki Lauda]] na Alemanha, naquele mesmo ano, faz com que ele recuse disputar a corrida e, com isto, perde o emprego na Ensign. A pedido de [[Walter Wolf]], que havia comprado um Willians, tenta uma vaga no grid para o [[Grande Prêmio do Canadá de 1976 (Fórmula 1)|GP do Canadá]], mas uma batida no treino classificatório faz com que Amon, então com 33 anos, abandonasse definitivamente a Fórmula 1 no final daquele ano.