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== Críticas ==
O forró eletrônico tem sido alvo de críticas severas.<ref>http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/para-dominguinhos-forro-eletronico-nao-e-forro-20090930.html</ref> Geralmente enquadrado na chamada [[cultura de massa]], não apenas pelos ouvintes mais conservadores, mas também por artistas de forró tradicional. A mordenizaçãomodernização das letras, o constante apelo à sexualidade e a intensa apologia a bebidas alcoólicas, ao frequente uso de novas tecnologias e o uso de [[versão cover|versões]] são denunciados como algumas das características que pesam contra.
 
De certa forma, o forró eletrônico está para o forró como ao [[músicasertanejo sertanejauniversitário]] está para a [[Caipira|música caipira]], e ambos compartilham o desdém de serem considerados estilos bregas por muitos dos admiradores dos estilos tradicionais de que se derivavam. [[Regis Tadeu]] em sua [[Crítica musical|crítica]] para o ''[[Yahoo!]]'' disse que "[nada] é aproveitável. Do tal '[[funk]]' ao '[[Pagode (estilo musical)|pagode]] xexelento (...) do sertanejo "universitário (...)" ao tal 'forró eletrônico', o que se vê e ouve é [um] [[tsunami]] de lixo musical inédito na história da música brasileira."<ref>{{citar web
|url= https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mira-regis/ind%C3%BAstria-do-forr%C3%B3-eletr%C3%B4nico-%C3%A9-o-retrato-de-um-233304010.html
|título= Indústria do “forró eletrônico” é o retrato de um Brasil cretino
 
==Cronologia==
* 1984: [[Luiz Gonzaga]] introduz no seus discos bateria, guitarra, baixo e outros instrumentos elétricos. (Ainda dentro dos padrões do forró original)
 
* 1990-1995: [[Mastruz com Leite]], Banda Aquárius, Cavalo de Pau, Mel com Terra e [[Banda Styllus]] são as primeiras do nordeste a difundir o novo conceito de forró, cujas canções falavam de [[vaquejada]];
* 1996-1998: Bandas como [[Magníficos]], [[Calcinha Preta]], [[Limão com Mel]] e [[Caviar com Rapadura]] introduzem uma linha mais romântica no forró e exportam o ritmo para fora do Nordeste, se apresentando em programas da mídia de massa de São Paulo, a exemplo de [[Raul Gil]], gerando imenso mercado para a música com base no acordeon.
* 1999-2003: A banda [[Brasas do Forró]] vem com o estilo forronerão, que mescla forró com elementos do sul do país. Surgimento de novas bandas como Cheiro de Menina, Forró Saborear, Aviões do Forró e [[Garota Safada]]. Surge também o [[forró universitário]] com o [[Falamansa]], com a volta do puro [[forró pé-de-serra]].
* 2004-2008: O forró muda radicalmente. Suas letras, que antes falavam de amor e de vaquejadas, dão mais espaço ao apelo sexual e ao consumo de álcool. Cresce acentuadamente o número de novas bandas e das canções de duplo sentido.
* 2009-Atualmente: [[Wesley Safadão]] e [[Aviões do Forró]] são as referências do novo modelo de forró contemporâneo, já totalmente fora dos padrões do forró original.
 
== Ver também ==
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