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Eventos de lançamento, eventos e [[fan convention|convenções]] em Akihabara dão aos fãs de anime e mangá oportunidades frequentes de se encontrar com os criadores das obras que eles apreciam, fortalecendo a conexão entre a região e a cultura ''otaku''. O projeto de muitos dos prédios serve para criar ua espécie de atmosfera que atrai os ''otakus''. Os arquitetos projetam as lojas de Akihabara para serem mais opacas e fechadas para refletir o desejo geral de muitos ''otakus'' de viver em seus mundos de anime ao invés de mostrar seus produtos ao mundo. <ref name=Nobuoka/><ref name=Morikawa> Morikawa, Kaichiro. "Learning from Akihabara: The birth of a personapolis." ''Gentosha'', Tokyo (2003).</ref>
 
Como os ''otakus'' são em sua maior parte homens, e devido à natureza do meio, Akihabara contém algumas representações de personagens femininas sexualizadas. A abundância de cosplays café e maid cafés também coloca jovens mulheres em uma posição de pegar pedidos dos consumidores homens que eles servem, embora com consentimento delas.<ref name=Nobuoka/>
 
O papel de Akihabara como um mercado livre também permitiu uma grande quantidade de obras amadoras encontrarem um público apaixonado entre os otakus que frequentam a área. O ''[[Doujinshi]]'' (mangá amador) tem crescido em Akihabara desde a década de 1970, quando as editoras começaram a não publicar mangás que não estavam prontos para os grandes mercados.<ref name=Nobuoka/>