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Tiradentes nasceu na Fazenda do Pombal, próximo ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, à época território disputado entre as vilas de [[São João del-Rei]] e [[Tiradentes (Minas Gerais)|São José del-Rei]], na [[Capitania de Minas Gerais]].<ref>A vila de São José del-Rei foi criada em 1718, compondo-se de todo território pertencente à Vila de São João del-Rei que se localizava à margem direita do Rio das Mortes. Porém a Vila de São João del-Rei contestou essa perda territorial e a questão só foi resolvida em 1755.</ref>
 
Joaquim José da Silva Xavier era filho do [[PortugalPortugueses|português]] Domingos da Silva Xavier, [[Propriedade rural|proprietário rural]], e da portuguesa[[Estado nascidado naBrasil|brasileira]] colônianascida doem [[BrasilReino de Portugal|colônia portuguesa]], Maria Paula da Encarnação Xavier (prima em segundo grau de [[Antônio Joaquim Pereira de Magalhães]]), tendo sido o quarto dos nove filhos.
 
Em 1755, após a morte de sua mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de seu tio e padrinho Sebastião Ferreira Leitão, que era cirurgião dentista.<ref>"Tiradentes ficou aos cuidados do seu tio e padrinho, Sebastião Ferreira Leitão, cirurgião-dentista registrado e que possuía lavras de mineração." [http://www.sjdr.com.br/historia/celebridades/tiradentes.html Joaquim José da Silva Xavier - Tiradentes] no São João del Rei On-Line</ref> Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em [[Vila Rica (Minas Gerais)|Vila Rica]], e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu o apelido (alcunha) de ''Tiradentes''.<ref name="SJDR" /> Segundo frei [[Raimundo de Penaforte]], Tiradentes "ornava a boca de novos dentes, feitos por ele mesmo, que pareciam naturais".<ref>CHIAVENATO, Júlio José. ''Inconfidência Mineira - As Várias Faces''. São Paulo: Contexto, 2000. pág. 25.</ref>