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}} na qual o califa ordenava a Abdulá que pusesse cobro à revolta. Furiosos com o aparente logro por parte de Otomão, os protestantes teriam voltado a Medina onde tiveram um papel importante no assassinato do califa, ocorrido durante o cerco à sua casa ([[Cerco de Otomão]]).<ref name=Petry67 />
 
Abdulá soube do cerco à casa de Otomão quando se encontrava em ElathElate, a caminho de Medina, e a notícia fê-lo decidir voltar para o Egito. Na fronteira foi informado que Maomé tinha dado ordens para o impedirem de entrar no Egito. Abdulá foi então para aà [[Jundo de Filastine|Palestina]] onde esperou pelo desfecho dos acontecimentos em Medina. Entretanto, Otomão foi morto em Medina e quando Abdulá soube disso, deixou a Palestina e foi para [[Damasco]] para se refugiar sob a proteção de Moáuia&nbsp;I.{{ntref2|enref}}{{Carece de fontes|data=outubro de 2011}}
 
Outra versão da deposição de Abdulá como governador do Egito é a de que a revolta que colocou Maomé ibn Hudaifa ocorreu quando Abdulá se encontrava em Medina onde tinha ido ajudar Otomão na guerra civil contra os partidários de [[Ali ibne Abi Talibe]]. Abdulá deixou um dos seus lugar-tenentes à frente do governo do Egito, o qual foi aprisionado por Maomé ibne Hudaifa, que toma o poder no Egito em nome de Ali. Depois do assassinato de Otomão, Abdulá tenta reentrar no Egito, mas é impedido de o fazer, sendo intercetado em [[Ascalão]] ou [[Ramla]], onde é morto em 656 ou 657.{{ntref2|frref}}{{Carece de fontes|data=outubro de 2011}}