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→‎Atuação como juíza: Condenação de Lula
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No fim de dezembro de 2018, autorizou o acesso ao inquérito-mãe da Operação Lava Jato para a ex-presidente [[Dilma Rousseff]], pois não via "com facilidade de que maneira o acesso aos autos pela Defesa de Dilma Vana Rousseff poderia prejudicar investigações sigilosas em curso". Ainda disse que o acesso da defesa não permitiria "acesso a investigações sigilosas, a processos nos quais tramitam acordos de colaboração ou leniência e nem a processos nos quais há medidas cautelares e coercitivas pendentes". Dilma seria alvo da delação premiada do seu ex-ministro da Casa Civil [[Antonio Palocci]].<ref>{{citar web|url=https://istoe.com.br/juiza-libera-a-dilma-acesso-ao-inquerito-mae-da-lava-jato/|título=Juíza libera a Dilma Rousseff acesso ao inquérito-mãe da Lava Jato|data=18 de dezembro de 2018|acessodata=31 de dezembro de 2018|autor=Julia Affonso|publicado=ISTOÉ}}</ref>
 
; '''Condenação do ex-presidente Lula'''
 
Em 6 de fevereiro de 2019, Gabriela Hardt condenou o ex-presidente Lula a 12 anos e 11 meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo que tratava sobre o recebimento de vantagens indevidas através de reformas feitas em um sítio em Atibaia e pagas pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin como contrapartida por contratos irregulares com a Petrobras.
 
== Prêmios ==
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