Diferenças entre edições de "Fausto Wolff"

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Fausto Wolff começou a trabalhar aos catorze anos de idade como repórter policial e contínuo do jornal Diário de Porto Alegre. De família humilde, mudou-se para o Rio de Janeiro aos dezoito anos.<ref name="abril"/>
 
No Rio, chegou a manter três colunas simultâneas, escrevendo sobre [[televisão]] no [[Jornal do Brasil]], sobre [[teatro]] na [[Tribuna da Imprensa]] e sobre política no ''[[DiárioDiario da Noite (Rio de Janeiro)|Diário da Noite]]''. Suas opiniões polêmicas e independentes também começaram a aparecer na TV, com o [[Jornal de Vanguarda]] de [[Fernando Barbosa Lima]] a partir de [[1963]].
 
Em 1968, atingido pela censura do [[Ditadura militar no Brasil (1964-1985)|governo militar]], Fausto Wollf exilou-se na Europa, onde passou 10 anos, na [[Dinamarca]] e na [[Itália]]. Ainda no exílio, foi um dos editores de [[O Pasquim]], além de diretor de [[teatro]] e professor de [[literatura]] nas universidades de [[Copenhague]] e [[Nápoles]].<ref name="abril"/>
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