Margarida Maria Alacoque: diferenças entre revisões

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Na festividade de [[São João Evangelista]] de [[1673]], uma moça de vinte e seis anos, irmã Margarida Maria, recolhida em oração diante do [[Santíssimo Sacramento]], teve o singular privilégio da primeira [[visão (religião)|manifestação visível]] de [[Jesus]], que se repetiria por outros dois anos, toda primeira sexta-feira do mês.
 
Em [[1675]], durante a [[oitava (liturgia)|oitava]] do Corpo de Deus, Jesus manifestou-se-lhe com o peito aberto e, apontando com o dedo seu coração, exclamou: <blockquote>{{Quote|"''Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles''". </blockquote>}}Margarida já fazia um ano que vestira o [[hábito religioso]] das [[Freira|monjas]] da [[Ordem da Visitação de Santa Maria]] em [[Paray-le-Monial]]. No último período de sua vida, foi nomeada mestra das noviças. Teve a consolação de ver propagar-se a devoção ao [[Sagrado Coração de Jesus]] e viu os próprios opositores de outrora transformarem-se.
 
Leão XIII, em 1889, consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XII, meio século depois, em suas encíclicas, recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Ainda antes, em 1856, o Papa Pio IX já prescrevia a festa, que já era uma tradição franciscana, para toda a Igreja.
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