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Espironolactona

Espironolactona é um diurético poupador de potássio que impede que o organismo absorva muito sal e previne que os níveis de potássio fiquem muito baixos.

Esse diurético é utilizado para tratar uma doença que provoca um aumento significativo da aldosterona no organismo, sendo também utilizado no tratamento da retenção de fluidos (edema) em pessoas com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose do fígado, rim ou de uma desordem chamada de síndrome nefrótica. A Espironolactona também é utilizada para tratar ou prevenir hipocaliemia (níveis baixos de potássio no sangue).

Outros fins para os quais a espironolactona é empregada são: a) na hormonioterapia de mulheres trans (também conhecidas como transexuais masculinos para femininos) como antiandrógeno, com o intuito de diminuir os níveis de testosterona no organismo; b) tratamento de acne e outros problemas decorrentes do excesso androgénico; c) opção adicional na redução da líbido e ereção para pacientes com desvios de atração sexual. A espironolactona está contraindicada para pessoas com anúria, insuficiência renal aguda, diminuição significativa da função renal, ou hipercalemia.

O composto foi sintetizado em 1957, nos Estados Unidos da América, por Cella e Weit e aprovado para Introdução no Mercado em 1959. Em Portugal, começou a ser comercializado no ano de 1961, no medicamento Aldonar. Atualmente, existe sob a forma de comprimidos, e dosagens de 25 a 100 mg, em sete medicamentos aprovados pelo Infarmed. [1]

Ver tambémEditar

Referências

 
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