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O Estudo de Framingham é um estudo de coorte a longo prazo sobre o sistema cardiovascular a decorrer desde 1948 nos habitantes da cidade norte-americana de Framingham. Desde que foi iniciado, o estudo acompanhou 5209 indivíduos adultos e encontra-se na terceira geração de participantes.[1] Até este estudo, praticamente nada se sabia sobre a epidemiologia das doenças hipertensas ou cardiovasculares.[2] Grande parte do que é atualmente conhecimento geral das doenças cardiovasculares, como a influência da dieta, exercício físico e de medicamentos como a aspirina teve por base este estudo. O estudo é um projeto do National Heart, Lung, and Blood Institute em colaboração com a Universidade de Boston.[1]

Referências

  1. a b Mahmood, Levy; Vasan, Wang (2013). «The Framingham Heart Study and the epidemiology of cardiovascular disease: a historical perspective». Lancet. 383 (9921): 999–1008. PMC 4159698 . PMID 24084292. doi:10.1016/S0140-6736(13)61752-3 
  2. Thomas R. Dawber, M.D., Gilcin F. Meadors, M.D., M.P.H., and Felix E. Moore Jr., National Heart Institute, National Institutes of Health, Public Health Service, Federal Security Agency, Washington, D. C., Epidemiological Approaches to Heart Disease: The Framingham Study Presented at a Joint Session of the Epidemiology, Health Officers, Medical Care, and Statistics Sections of the American Public Health Association, at the Seventy-eighth Annual Meeting in St. Louis, Mo., November 3, 1950.