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Fernando Augusto de Freitas Mota Luso Soares

Fernando Luso Soares
Nome completo Fernando Augusto de Freitas Mota Luso Soares
Nascimento 2 de Março de 1924
Alenquer, Portugal
Morte 27 de junho de 2004 (80 anos)
Nacionalidade Portugal Português
Ocupação Advogado, ficcionista, ensaísta e dramaturgo
Magnum opus O Parque dos Camaleões

Fernando Augusto de Freitas Mota Luso Soares (Alenquer, 2 de Março de 192427 de Julho de 2004), foi um advogado, ficcionista, ensaísta e dramaturgo português.

Filho de Alfredo Luso Soares e de Georgina Fernandes de Freitas Mota, além de ficcionista, também traduziu diversas obras para português. Como dramaturgo seguiu a corrente de teatro narrativo de influência Brechtiana.

Foi magistrado do Ministério Público.

DiversosEditar

ObrasEditar

  • Crime a 3 Incógnitas (1953).
  • Notas para a Criação da Novela Policial em Fernando Pessoa (1953).
  • Crimes e Criminosos na Divina Comédia de Dante (1954).
  • O Crime de um Fantasma (1954).
  • O Mais Inteligente dos Estúpidos (1956).
  • Tentação Escarlate com Eficácia em Cor de Burro quando Foge (1960).
  • O Parque dos Camaleões (1962).
  • Os Cavalos Marinhos (1963).
  • O Banqueiro Anarquista e Outros Contos do Raciocínio de Pessoa (1964).
  • Vontade de ser Ministro (1965).
  • Cadáver Adiado que Procria (1967).
  • Quando Menos se Espera (1967).
  • Grandezas e Misérias num Sonho de Maiorais de Gado (1967).
  • A Outra Morte de Inês (1968).
  • António Vieira (1973).
  • Teatro Vanguarda Revolução e Segurança Burguesa (1973).
  • Introdução à Política (1975).
  • A Novela Dedutiva em Fernando Pessoa (1976).
  • Teoria Geral do Direito Civil (1977).
  • O Direito Processual Civil (1980).
  • Maria Pia, Duquesa de Bragança contra D. Duarte Pio, o senhor de Santar (1983).
  • A Decisão Judicial e o Raciocínio Tópico-Abdutivo do Juiz (1983).
  • Vontade de Ser Ministro (1999).
  • O Poeta era um Fingidor (1999).
  • O Agravo e o Seu Regime de Subida.
  • PIDE/DGS – Um Estado dentro do Estado.

Ver tambémEditar

Referências

  1. "…aquela que se conhecia por S.A.R. Dona Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança, Princesa Real de Portugal" (Pailler, 2006, p.12).
  2. PAILLER, Jean; Maria Pia: A Mulher que Queria Ser Rainha de Portugal. Lisboa: Bertrand, 2006
  3. SOARES, Fernando Luso; Maria Pia, Duquesa de Bragança contra D. Duarte Pio, o senhor de Santar. Lisboa: Minerva, 1983

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar

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