Abrir menu principal
Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.

Filosofia platônico-cristã refere-se a duas correntes presentes na Filosofia da Idade Média, seu principal representante fora Santo Agostinho[1], as duas correntes são: por um lado, à apropriação da filosofia platônica pelos primeiros padres da Igreja Cristã (a chamada Patrística[2]), e por outro, a um desenvolvimento "natural" da própria filosofia platônica, que em muitos pontos pode ser interpretada como mantendo uma relação de identidade ou ao menos de perfeita justaposição com a doutrina cristã (concepções metafísicas e morais tais como o dualismo psico-físico, a superioridade intrínseca do "outro mundo" - mundo das ideias em Platão, Reino dos Céus no cristianismo - em relação ao mundo presente, o corpo como "prisão da alma", etc).

Posteriormente, com os chamados Neo-platônicos (em especial, Plotino[3]), ganha ênfase a fusão de elementos místicos da filosofia platônica e da doutrina cristã, como práticas de ascese e "visualização" ou experiências místicas, como por exemplo a visualização da ideia suprema (a ideia do Bem, para Platão), sendo entendida como a experiência de contato com o Deus cristão enquanto bondade absoluta.

Referências

  1. «Filosofia medieval (2): Filósofos cristãos conciliaram fé e razão». educacao.uol.com.br. Consultado em 28 de janeiro de 2019 
  2. «Filosofia Patrística». Toda Matéria. Consultado em 28 de janeiro de 2019 
  3. «Plotino». educacao.uol.com.br. Consultado em 28 de janeiro de 2019 
  Este artigo sobre filosofia/um(a) filósofo(a) é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.