Forte Vermelho

Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Forte de Agra.

O Forte vermelho (em inglês: Red Fort; em hindi: लाल क़िला, em urdu: لال قلعہ ) é um conjunto monumental de fortificações em Deli e um grande exemplo da arquitetura indiana. Localiza-se na região hoje conhecida como Velha Delhi e foi construído no século XVII. Um viajante desse tempo chegou a se referir ao forte como uma maravilha superior às prometidas no paraíso[1].

Pix.gif Conjunto do Forte Vermelho *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

Red Fort in Delhi 03-2016 img3.jpg
Forte Vermelho, Deli
País  Índia
Critérios (ii) (iii)(vi)
Referência 231 en fr es
Coordenadas 28° 39' 21" N 77° 14' 25" E
Histórico de inscrição
Inscrição 2007  (31.ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.

As pedras vermelhas usadas nas paredes deste monumental conjunto arquitetônico indiano não são as mais preciosas, mas influenciaram diretamente seu nome. Aquando da sua construção o soberano era Shah Jahan, o construtor do Taj Mahal. Após a morte da esposa, o rei decidiu transferir de lugar a capital do reino, até então sediada em Agra. Não poupou esforços nem recursos na tarefa de criar a cidade real. Palácios adornados de ouro, prata e pedras preciosas, ladeados por jardins das mil e uma noites, ganharam vida a partir dos desenhos dos arquitetos reais. As riquezas e parte da construção, entretanto, não resistiram aos saques e à deterioração. Ainda assim, o muito que restou do Forte vermelho ainda permite vislumbrar a opulência daqueles tempos remotos.

Símbolos do PoderEditar

Ao todo 11 palácios (mahals) ocupavam seu interior. O destaque eram os salões para audiências, onde o imperador recebia oficiais e embaixadores estrangeiros. Em um deles, uma inscrição não deixa dúvidas sobre a opinião de Shan Jahan: "Se há um paraíso na Terra, é esse!". Mas um dos maiores símbolos da realeza - um trono em formato de pavão, cravejado de pedras preciosas - não está mais ali. O artefa(c)to, que levou sete anos para ser feito, foi roubado e levado para a Pérsia em 1739.

Referências

  1. DE OLIVEIRA, Elvira. Maravilhas do mundo. Klick editora. São Paulo, 2000