George C. Scott

George C. Scott
George C. Scott em The Hustler (1961)
Nome completo George Campbell Scott
Nascimento 18 de outubro de 1927
Wise, Virgínia
Nacionalidade norte-americano
Morte 22 de setembro de 1999 (71 anos)
Westlake Village, Califórnia
Ocupação Ator, Produtor e Cineasta
Atividade 1958 - 1999
Cônjuge Carolyn Hughes (1951–55)
Patricia Reed (1955–60)
Colleen Dewhurst (1960–65; 1967–72)
Trish Van Devere (1972–99)
Oscares da Academia
Melhor Ator
1971 - Patton
Emmys
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme
1971 - The Price
Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
1998 - 12 Angry Men
Globos de Ouro
Melhor Ator em Filme Dramático
1971 - Patton
Melhor Ator Coadjuvante em Televisão
1998 - 12 Angry Men
Prémios BAFTA
Melhor Ator
1971 - Patton
Prémios National Board of Review
Melhor Ator
1970 - Patton

George Campbell Scott (Wise, Virginia, 18 de outubro de 1927Westlake Village, Califórnia, 22 de setembro de 1999) foi um ator de cinema, teatro e televisão norte-americano, além de cineasta e produtor.

Vida pessoalEditar

Aos oito anos perdeu a mãe e o pai. Em 1945 entrou na Marinha dos Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Quando deixou a Marinha, matriculou-se na classe de jornalismo na Universidade de Missouri.

George se casou cinco vezes e teve seis filhos: Victoria (1952) com sua primeira esposa Carolyn Hughes; Michelle (1954), com Karen Truesdell; Matthew (1957) e uma filha, Devon Scott (1958), com Patricia Reed; Alexander (1960) e o ator Campbell Scott (1961), com a atriz canadense Colleen Dewhurst. Sua última esposa, a atriz Trish Van Devere, foi casada com ele até sua morte, em 1999.

Morreu aos 71 anos de idade vitimado por um problema vascular abdominal.

CarreiraEditar

Nos anos 50 começou no teatro, com um papel na peça Richard III, em Nova Iorque. O jovem ator chamou a atenção dos críticos. Logo ele começou a trabalhar na televisão, principalmente em transmissões ao vivo, e em 1959 fez parte do filme Anatomia de um Crime, seu primeiro papel a valer uma indicação ao Oscar, na categoria de ator coadjuvante.

Porém, George e o Oscar não se tornariam amigos. Ele dizia que o processo inteiro da Academia era forçar os atores para se tornarem verdadeiras estrelas e que a cerimônia era um "mercado de carne". Em 1962 ele foi indicado novamente como ator coadjuvante.

Apesar da sua opinião sobre o prêmio, seria indicado várias outras vezes. Foi assim em The List of Adrian Messenger, (1963). Em 1964, ao filmar A Bíblia, se apaixonou por Ava Gardner, mas não foi correspondido devido principalmente a seu hábito de beber demais tornando-se violento e então passou então a beber cada vez mais.

Fez vários filmes menores para a televisão antes de obter o papel pelo qual sempre será identificado: o General Patton em Patton, de 1970. Era um filme de guerra que veio ao término de uma década onde protestos de anti-guerra tinham abalado os Estados Unidos, e se tornou símbolo de uma juventude descontente. O filme ganhou o Oscar do ano, e Scott também venceu como o melhor ator. No dia da premiação, ficou em casa assistindo a um jogo de hóquei, se recusando a ir recebê-lo.

Foi sepultado no Westwood Village Memorial Park Cemetery.

Prêmios e indicaçõesEditar

Oscar

FilmografiaEditar

 
Scott atuando no teatro como Richard III, 1958
 
com Geraldine Page (1959)

Referências

Ligações externasEditar

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