Iduna (também conhecida como Idun ou Iðunn[1]) era, na mitologia nórdica, esposa de Bragi e deusa da poesia. De acordo com o Edda em prosa ela era a guardiã do pomar sagrado cujas maçãs permitem aos Æsir restaurarem a sua juventude pela eternidade. Ela é responsável pela imortalidade dos deuses, fornecendo uma maçã por dia, vinda de seu cofre de madeira de freixo, que mantêm a juventude e força. Na "Altercação de Loki", das baladas édicas, ela é acusada de adultério por Loki[2]: "Iduna aperta em seus braços o assassino de seu irmão". Em outras fontes da Mitologia Nórdica temos o episódio no qual o gigante Tiazi por ela se apaixona, sequestrando-a metamorfoseado em uma águia. Ao que parece, Iduna não tinha culto regular entre os nórdicos, era deusa mais figurativa.

Iduna (1858) por Herman Wilhelm Bissen.

Referências

  1. «Idun na Mitologia Nórdica - Mitologia Nordica». Mitologia Nordica - www.mitologia-nordica.net 
  2. «Iduna - Protetora do pomar sagrado». All of mitology. Consultado em 16 de outubro de 2011 
 
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