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Isogamia é um tipo de fecundação em que os gametas masculino e feminino são morfologicamente (tamanho) e fisiologicamente (motilidade) idênticos.

CaracterísticasEditar

Esse é o tipo mais primitivo de fecundação, sendo encontrado em algas clofíceas (algas verdes) e fungos. Em algas clorofíceas, há isogamia de fato, mas apenas um dos gametas formados por um dos núcleos haplóides da alga, movimenta-se em direção ao outro, embora esse tenha capacidade de movimentar-se e deslocar-se em direção ao outro[carece de fontes?]. Nesse caso, embora ocorra isogamia, é mais prudente e correto chamarmos de anisogamia funcional (como ocorre com a alga clorofícea do gênero Spyrogira sp[carece de fontes?]).

EvoluçãoEditar

Parece que é o primeiro estágio da reprodução sexual. Em diferentes linhagens (plantas, animais), essa forma de reprodução evoluiu independentemente para espécies de anisogâmicas com gametas tipos de mal e fêmea para oogâmica em qual o gameta feminino é muito maior que o mal e não tem capacidade de se mover. Como um bom argumento, isso foi impulsionado pelas restrições físicas nos mecanismos pelos quais dois gametas foram obtidos conforme necessário para reprodução sexual.[1]

Ver tambémEditar

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Referências

  1. Dusenbery, David B. (2009). Living at Micro Scale, Chapter 20. Harvard University Press, Cambridge, Massachusetts ISBN 978-0-674-03116-6.
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