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Isopatia é um sistema terapêutico que utiliza as causas ou os produtos de uma doença ou de um órgão afetado para o desejado fim de cura.

Considerada uma terapia derivada da homeopatia — espécie de especialidade sua — isopatia foi inventada por Johann Joseph Wilhelm Lux nos anos 1830, e difere da homeopatia em geral pelo fato de que os seus remédios, ditos "nosódios" [a], serem preparados a partir de matérias causadoras de doenças ou daquelas originadas pela sua instalação no paciente (como pus e outras secreções ou excreções [1]. Assim, isopatia trata varíola com quantidade mínima de matéria variólica, doenças do fígado com extrato hepático, etc.. Nesse sentido, guarda similaridade com a vacinoterapia.

Ver tambémEditar

NotasEditar

a. ^ O termo "nosódio" foi substituído por "bioterápico", conforme a nomenclatura francesa. Enquanto nosódio se definia por "medicamento preparado com produtos patológicos, vegetais ou animais", bioterápico define-se por "produto quimicamente não definido (secreção, excreção patológica ou não, algum produto de origem microbiana e alérgenos) que serve de matéria prima para as preparações homeopáticas [especificamente] bioterápicas" (Farmacopéia Francesa décima edição, 1985).[2]

ReferênciasEditar

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