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Jorge Pinto de Azevedo (século XVII) foi um arbitrista e escritor português.

BiografiaEditar

No contexto da Restauração Portuguesa, escreveu uma obra intitulada "Aduertencias ha Coroa del Rey Dom João 4º", que visa caracterizar a situação portuguesa no Oriente e propor soluções para a crise em que vivia mergulhada em meados do século XVII. A obra é ilustrada com uma carta regional aquarelada mostrando a cidade Cantão e o delta dos rios do Oeste (Xi Jiang) e das Pérolas, de Ainão até Lantau, e a península de Macau, atualmente na Biblioteca da Ajuda em Lisboa.

Neste mapa, o foco é a massa continental, estando reduzidos ao mínimo os elementos respeitantes à península de Macau, desenhandos sem perspectiva e muito desproporcionados:

A perspectiva eleita pelo autor encontra-se justificada no texto das Aduertencias, onde se demora na descrição da planificação de um ataque militar a Cantão a partir de Macau e na subsequente ocupação dos "rios e mar da pintura" (Aduertencias, fol. 27r.).

ObraEditar

  • Advertências e Queixumes a D. João IV, em 1646, sobre a decadência do Estado da Índia e o proveito de Macau na sua restauração

BibliografiaEditar

  • MATOS, Artur Teodoro de (apresentação, leitura e notas). "Advertências e Queixumes de Jorge Pinto de Azevedo a D. João IV, em 1646, sobre a Decadência do Estado da Índia e o Proveito de Macau na sua Restauração". Povos e Culturas, 1996, 5, p. 431-545.


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