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Luciano Callegari
Nome completo Luciano Callegari
Nascimento 7 de abril de 1938 (81 anos)
São Paulo, SP, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Yolanda Giacometti Callegari
Pai: Romulo Callegari
Cônjuge Ana Maria Callegari (falecida em 2003)
Filho(s) Luciano Callegari Júnior, Rodrigo Callegari, Rogério Callegari e Mauro Callegari
Ocupação - Ex diretor e produtor de televisão,jornalista
Principais trabalhos Tv Globo -Sistema Brasileiro de Televisão Rede Record
Prêmios Troféu Imprensa, pelo conjunto da obra.
Religião Cristianismo

Luciano Callegari (São Paulo, 7 de abril de 1938) é um produtor e diretor de televisão brasileiro, que ficou famoso entre as décadas de 1960 e 1990 pela sua contribuição para o desenvolvimento da televisão no país. É conhecido pelas suas relações com pessoas importantes no mundo das comunicações e projetos desenvolvidos com Silvio Santos durante 46 anos.[1]

BiografiaEditar

Filho de ítalo-brasileiros, Luciano cresceu no bairro de Perdizes, na grande São Paulo. Seu avô, Luís Callegari, era dono de uma fábrica de destilados. Teve uma infância parcialmente tranquila, jogando futebol no clube Palmeiras. Callegari estudou em um colégio bastante religioso e seu mau comportamento o fez repetir o ano em uma ocasião. Em 1953, uma nota negativa em seu boletim o estimulou a procurar um emprego, e nos classificados de um jornal, encontrou uma vaga como office-boy em uma rede de rádio promissora na época.

Começo de carreiraEditar

Começou a trabalhar em 16 de Janeiro de 1953, com 15 anos completos, como office-boy, na rádio Excelsior [1], ganhando cerca de sessenta cruzeiros por mês. Mas o seu trabalho como menino de recados não foi o ponto principal para o desenvolvimento de sua jornada até o topo, e sim a confiança que alguns de seus chefes depositavam nele. Luciano era encarregado de fazer entregas pessoais[2] de seus patrões, e o sigilo e colaboração do menino fizeram dele um funcionário de confiança da Diretoria. Em 1954 começou a trabalhar na Rádio Nacional, emissora do mesmo grupo, onde conheceu Silvio Santos.

Luciano começou a trabalhar com o Diretor Artístico, ator e apresentador Walter Forster da Tv Paulista e também com Paulo de Grammont, Diretor de Produção.

ConsagraçãoEditar

Em seguida passou a produtor e diretor dos programas de Silvio Santos, e acompanhou o animador nas redes Rede Record, Rede Tupi, TVS e SBT[1]. Luciano Callegari trabalhou com Silvio Santos 46 anos, de 1954 ao ano 2000. Chegou a Vice Presidência do SBT e também fazia parte do Conselho do Grupo Silvio Santos. Seu grande feito e também de Silvio Santos foram colocar no ar o SBT no mesmo dia em que Silvio recebia a outorga da Rede em Brasilia.

Suspensão, volta e saída do SBTEditar

Luciano, na época, consultor administrativo do SBT, pediu demissão da emissora em 26 de agosto de 1998, juntamente com Guilherme Stoliar (vice-presidente), por não concordarem com a reforma administrativa da emissora, implantada em 1997, mas Sílvio Santos suspendeu ambos de seus respectivos cargos. [3] Callegari voltou a emissora em fevereiro de 2000 [4] e sairia definitivamente dela em julho (fim do contrato), devido a divergências com o Sílvio. [1]

Rede RecordEditar

Convidado por Edir Macedo, Callegari assumiu em março de 2002 o cargo de superintendente artístico e de programação da Rede Record, onde ficou até março de 2004, tendo missão colocar a emissora na vice-liderança[1]

Principais trabalhosEditar

Referências

  1. a b c d e «O homem forte da Record». O Estado de S. Paulo. Observatório da Imprensa. 3 de março de 2002. Consultado em 11 de dezembro de 2012  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "obs" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. Sílvio Guedes Crespo (22 de novembro de 2010). «Anunciar no SBT? Nem de graça, disse o banco Real». Estadao. Consultado em 11 de dezembro de 2012 
  3. «O Dia na História (26/08/1998): Luciano Callegari e Guilherme Stoliar pedem demissão do SBT». SBTpedia.com.br. 26 de agosto de 2013. Consultado em 13 de janeiro de 2018 
  4. «Luciano Callegari prepara sua volta à TV após dois anos». Folha de São Paulo. UOL. 13 de fevereiro de 2000. Consultado em 12 de janeiro de 2018 
 
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