Abrir menu principal

Maria do Carmo de Noronha Camões e Albuquerque

Question book.svg
Este artigo ou secção não cita fontes confiáveis e independentes (desde março de 2014). Ajude a inserir referências.
O conteúdo não verificável pode ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Maria do Carmo de Noronha Camões e Albuquerque
Nascimento 30 de agosto de 1813
Rio de Janeiro
Morte 15 de julho de 1833 (19 anos)
Cidadania Brasil

Maria Do Carmo De Noronha Camões e Albuquerque (Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1813 - 15 de julho de 1833) foi a 7.ª Marquesa de Angeja e 10.ª Condessa de Vila Verde, herdeira da casa e títulos da mãe, de juro e herdade, em verificação de vida fora da Lei Mental, mercê concedida a seu avô, o 4.º Marquês de Angeja, pelo decreto de 14 de junho de 1801, e de que em virtude de prova perante o juízo das justificações, lhe foi confirmado por decreto de 15 de abril de 1828, durante o governo absoluto; marquesa parente pelos serviços de seu pai, tratamento e honra de que já gozavam seu pai e seu avô, por decreto de 11 de agosto de 1827.

Senhora das vilas de Angeja, Bemposta e parte da do Pinheiro; e da alcaidaria-mor de Vila Verde dos Francos; padroeira de Santa Maria de Vila Verde e de S. João da Praça de Lisboa, e da alcaidaria-mor de Terena; comendadeira da alcaidaria-mor do Torrão, e da comenda de Aljezur, ambas na Ordem de Santiago; comendadeira das comendas de Santa Maria de Alvarenga, de S. Pedro de Chide, de S. Salvador da Ribeira de Pena, de S. Tiago de Penamacor, e de S. Pedro da Veiga de Lila, todas na Ordem de Cristo, de que tinha mercê duma vida fora da Lei Mental, em cumprimento do decreto já citado, de 14 de junho de 1801, ficando ainda salva, e por cumprida a mercê de uma outra vida fora da Lei Mental, tanto nos títulos como nos bens da coroa e ordens que andam na Casa de Angeja, e fora concedida ao 3.º marquês D. Pedro José de Noronha, por decreto de 10 de maio de 1786.

Morreu de desgosto com apenas 19 anos, apos ter sido encarcerada por ordem de D.Miguel, somente por ser noiva de Dom Carlos de Mascarenhas[1].

Nela ficou extinta a linha da varonia da casa de Angeja, ficou extinto o direito à continuação do titulo de Marquês de Angeja de juro e herdade, e à praxe da continuação das honras de parente. 0 título só foi depois concedido em duas vidas a seu primo afastado D. Caetano Gaspar de Noronha, 3.º conde de Peniche, em 1870.

Tinha uma irmã, filha bastarda do pai, D. Maria Rita de Noronha, nascida no Brasil, legitimada pelo alvará de 28 de maio de 1815 e agraciada com o título de viscondessa de Aljezur. Casou com súbdito brasileiro Francisco de Lemos de Faria Pereira Coutinho, visconde de Aljezur em Portugal pelo casamento, e veador da falecida imperatriz do Brasil, título concedido por D. Pedro V de Portugal pelo decreto de 15 de setembro e carta de 23 de outubro de 1858, sendo Pereira Coutinho na data autorizado a usar o título. Foi mais tarde foi elevado a conde pelo decreto de 10 de abril de 1878.


Precedida por:
João de Noronha Camões
de Albuquerque Sousa Moniz
Condessa de Vila Verde
1801 - 1833
Sucedida por:
Pedro de Almeida e
Noronha Portugal Camões
Albuquerque Moniz e Sousa
Precedida por:
João de Noronha Camões
de Albuquerque Sousa Moniz
Marquesa de Angeja
1801 - 1833
Sucedida por:
Caetano Gaspar de Almeida
Noronha Portugal Camões de
Albuquerque Moniz e Sousa


Ícone de esboço Este artigo sobre Genealogia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.


Referências:

[1] Memórias do Marquês de Fronteira e d’Alorna D. José Trazimundo Mascarenhas Barreto ditadas por ele próprio em 1861, volume 3-4, página 300.